Hoje completa 60 anos de ida um dos maiores ídolos do futebol mundial. Estamos falando de Dom Diego Armando Maradona. O argentino considerado por muitos um dos gênios do futebol mundial de todos os tempos e que recebe nesta sexta-feira inúmeras homenagens de clubes, entidades e jogadores; a exemplo do "REI" de todos - Pelé, que recentemente também esteve de aniversário completando 80 anos de vida.

"El Pibe de Oro" como é também conhecido em sua terra natal, nasceu na Villa Fiorito - província de Buenos Aires, no ano de 1960, onde passou sua infância nos subúrbios da capital Buenos Aires. Com um talento todo seus, Maradona apareceu para o futebol aos 15 anos de idade, pelo Argentinos Juniors, e com pouquíssimo tempo já estava vestindo a camisa da seleção nacional, sendo assim, o jogador mais jovem a vestir a camisa da seleção principal da Argentina.

Em 1981, ele acertou sua ida para o Boca Juniors, onde explodiu para o mundo e consequentemente brilhou nos gramados do "Velho Continente", por onde desfilou sua categoria por clubes como: Barcelona, Napoli e Sevilla.

Campeão Mundial em 1986

O mesmo viria ainda a sagra-se campeão mundial por sua seleção em 1986, na Copa do Mundo do México, onde marcou um gol antológico denominado "mão de Deus".

Declínio na carreira e doping

O craque retornou ao seu país em 1993, então vestindo a camisa do Newell’s Old Boys no início do declínio de sua carreira. Lembrando que no ano seguinte ele seria flagrado no exame antidoping pelo uso de efedrina; estimulante que o suspenderia por 15 meses dos gramados, durante a Copa do Mundo dos Estados Unidos.

Aposentadoria dos gramados como jogador

Já em 1995, retornou ao Boca Juniors, por onde atuou por mais dois anos, antes de encerrar a sua carreira, no ano de 1997, com 680 jogos e 346 gols oficiais.

Treinador da Argentina

Em 2008 depois de ter comandado algumas equipes como treinador, assumiu o papel principal nesta sua nova carreira, ao comandar a seleção de seu país, levando essa a Copa do Mundo de 2010, mas sendo demitido após a eliminação precoce. Além da seleção, ele também comandou depois disso alguns outros clubes, bem como: Al Wasl e Al-Fujairah - dos Emirados Árabes, Dorados - do México, até retornar a Argentina para comandar o Gimnasia - onde permanece até hoje.