A Confederação Brasileira de Futebol - CBF parece insistir na volta dos torcedores aos estádios de futebol, tanto que nesta semana chegou às mãos do general Eduardo Pazuello - Ministro da Saúde, um documento sobre a retomada gradual de torcedores em jogos de futebol, que está proibido desde março quando as atividades foram paralisadas por conta da pandemia da COVID-19.

Correndo paralelamente a esse documento enviado pela CBF ao governo federal, existe um pedido da FERJ a esse mesmo para uma discussão sobre esse assunto em questão - discussão essa que já está em andamento, onde a Federação Estadual do Futebol do Rio de Janeiro em conjunto com a Prefeitura Municipal do Rio e o governo federal já se reuniram com a mesma intenção.

Porém, não há maiores informações a respeito do assunto, mas sabe-se que a mesma engloba as seguintes diretrizes:

  • Como: Estádios sendo liberados para receberem uma capacidade de até 30% de torcedores e sem torcedores visitantes, apenas com o público mandante.
  • Quando: De acordo com a proposta do Ministério da Saúde, a análise até aqui estudada não estipula uma data específica, mas existe sim de que essa possa ocorrer a partir de meados de outubro.

Mesmo com a cobrança por parte de alguns clubes nacionais, que pedem a retomada gradual dos torcedores aos estádios, pela necessidade de arrecadação, a CBF evita manifestar-se publicamente, mas defende uniformidade na decisão para ter equilíbrio técnico, ou seja, se for liberada a volta do público aos estádios no RJ, que seja então liberada a volta para os demais clubes brasileiros.

Há também a preocupação quanto ao protocolo montando para esse retorno - que ainda não estaria pronto ou nem mesmo teria sido iniciado. A ideia do MS é ter novos elementos de estudos junto a CBF, para assim se ter uma noção de que rumo tomar a respeito do assunto, contando com o auxilio dos clubes para ter mais informações e um embasamento sobre a possível liberação da volta dos torcedores aos estádios de futebol.

Até o momento lembramos que o Ministério da Saúde não deu um prazo para a resposta; aguardemos!