Presidente da FERJ comemora decisão tomada pelo Governo do Rio em relação ao Maracanã

Rubens Lopes – presidente da FERJ declarou que a decisão tomada pelo Governador – Wilson Witzel foi uma vitória para o futebol no estado, declarando que um novo acordo de administração deverá ser feito de maneira a não prejudicar os clubes.

Por Minha Torcida
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Dias após o Governador do Rio de Janeiro ter anunciado o fim da concessão do estádio do Maracanã por parte da Odebrecht, quem está comemorando esse anúncio é os grandes clubes do estado e a FERJ, que mesmo não revelando o modelo a ser empregado na nova gestão do maior estádio do estado e do país, apenas entende que a medida tomada pelo governo carioca foi positiva, assim como declarou em entrevista ao portal “UOL” por seu presidente.

Rubens Lopes - presidente da FERJ.Rubens Lopes - presidente da FERJ.

Rubens Lopes – presidente da FERJ declarou que a decisão tomada pelo Governador – Wilson Witzel foi uma vitória para o futebol no estado e como já declaramos acima, sem revelar como irão ser seguidos os modelos de gestão do Maracanã, apenas indicou que o novo acordo deverá ser feito de maneira a não prejudicar os cofres dos clubes, defendendo um novo modelo baseado no diálogo entre os clubes e o poder público.

“A FERJ entende como positiva a decisão do Governo, é a vitória do futebol carioca e o objetivo é que o Maracanã dê resultados técnicos e financeiros para os clubes e acesso se comparado com as demais arenas da Copa do Mundo. Inadmissível, por exemplo, um clube como o Fluminense levar prejuízo nos jogos tendo o estádio como sua casa”, declarou Rubens Lopes.

Vale lembrar que o governador do Rio de Janeiro declarou na última segunda-feira, suspenso o contrato de administração e de controle do estádio Maracanã a empresa que administrava o local, alegando “caducidade do contrato com as empresas que administravam o estádio” por motivo de quebra de contrato uma vez que esses tinham uma dívida enorme com o estado – de acordo com o chefe máximo do estado do Rio de Janeiro, a dívida chegava a R$ 38 milhões.

Mesmo assim, a Odebrecht anunciou nesta última terça-feira que será ela a empresa responsável pela administração do Maracanã nos jogos da Copa América, que serão realizados entre os meses de junho a julho, conforme acordo assinado com a Conmebol.

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