Três dirigentes condenados por corrupção no futebol pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos foram banidos do futebol pelo Comitê de Ética da FIFA, nesta quarta-feira. Além de serem obrigados a pagarem uma multa de 1 milhão de francos suíços.

Aaron Davidson, Costa Takkas e Miguel Trujillo são agora proibidos de exercerem qualquer cargo relacionado ao futebol. Aaron Davison é ex-executivo de marketing da FIFA e foi um dos primeiros a serem condenados no escândalo que teve início com a prisão de sete cartolas da entidade em Zurique, no ano de 2015.

Costa Takkas - britânico, é ex-assessor do ex-vice-presidente da entidade máxima do futebol mundial - Jeffrey Webb e também ex-funcionário da Concacaf - ele foi condenado a 15 meses de prisão e corre ainda o risco de ser deportado. Já Miguel Trujillo, foi agente de futebol (empresário) e também proprietário de empresas de consultoria esportiva.

Vale ressaltar que representantes do futebol da América do Sul, bem como o ex-presidente da Conmebol e da CBF, também estão envolvidos nesse caso - o paraguaio Juan Ángel Napout foi condenado no último mês a nove anos de prisão nos Estados Unidos por conta do seu envolvimento no escândalo de corrupção no futebol mundial, também conhecido pelo caso "Fifagate".

José Maria Marin - ex-presidente da CBF. (direita)

Além de Juan Ángel Napout, o ex-presidente da CBF - José Maria Marin também foi condenado a quatro anos de prisão pelo seu crime cometido na época. Além da prisão, Marin ainda terá que pagar uma multa de US$4,5 milhões.