Fluminense e Scarpa voltam ao tribunal nesta segunda-feira

O jogador está temporariamente impedido de atuar pelo Palmeiras, com quem assinou contrato por cinco anos no início de 2018.

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Sem poder defender o Palmeiras desde que sua liminar foi derrubada pelos advogados do Fluminense, Gustavo Scarpa e o clube carioca se reencontram nesta segunda-feira na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro.

Gustavo Scarpa no Palmeiras.Gustavo Scarpa no Palmeiras.

Após um mês e um dia, o caso voltará a ser apreciado pela Justiça, na 70ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, onde daqui a pouco, às 11h15 – jogador e direção do Fluminense participarão da audiência.

Sob a coordenação da juíza Dalva Macedo, Fluminense e Gustavo Scarpa terão mais uma audiência para resolver o caso – audiência esta que poderá ser decisiva, entretanto, o mais provável é que a juíza tente a reconciliação entre as partes. Como as mesmas ainda não conseguiram chegar a um acordo, pode ser ainda que a magistrada marque outra data para anunciar a sua decisão.

No último dia 15 de março, o Tribunal Regional do Trabalho – TRT derrubou a liminar que permitia Scarpa assinar com o Palmeiras. Porém, os advogados do jogador recorreram da decisão no Tribunal Superior do Trabalho, que manteve a decisão do TRT; com isso, o jogador ficou impedido de atuar pelo clube paulista, tendo seu vínculo reativado com o Fluminense.

Pelo Palmeiras, Gustavo Scarpa atuou em oito partidas nesta temporada, onde marcou dois gols.

Entenda o caso Gustavo Scarpa/Fluminense:

Não satisfeito com pagamentos atrasado e com as críticas por parte da torcida do Fluminense, Scarpa pediu para deixar o clube no final da temporada passada, vindo a negociar com São Paulo, Palmeiras e Corinthians, porém sem sucesso. Com isso o atleta buscou junto à justiça no dia 22 de dezembro, seu desligamento do Tricolor Carioca, sob a alegação de falta de pagamento de quatro meses de diretos de imagens e seis meses de FGTS.

Com a ação, Scarpa não se reapresentou ao Fluminense no dia 03 de janeiro. Sem a direção saber sobre a ação e temendo qualquer pena no caso, o clube pagou alguns débitos devido ao meia-atacante. Porém, no dia 12 de janeiro, a juíza Dalva Macedo negou o pedido de rescisão antecipada do atleta. Um dia após, o meia entrou com um mandato de segurança em segunda instância e assim conseguiu sua liberação. Com essa atitude, a direção do Fluminense prometeu ir até a última instância para fazer valer seus direitos e desde então o caso rola na justiça.

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