Scarpa faz desabafo em rede social sobre seu caso

Palmeiras acredita em justiça e com isso na permanência do jogador em seu elenco.

Por
Compartilhe

Gustavo Scarpa que teve seu contrato reativado com o Fluminense e consequentemente impedido de continuar atuando pelo Palmeiras – com quem assinou após uma liminar judicial, fez um pequeno desabafo nesta última terça-feira em sua conta no Instagram.

Usando um trecho da música “Tamo aí na atividade”, de Charlie Brown Jr., o atacante comentou o seguinte em uma de suas imagens publicadas: “Eles querem que você se sinta mal, porque assim eles se sentem bem”.

Atualmente Gustavo Scarpa é jogador do Fluminense.Atualmente Gustavo Scarpa é jogador do Fluminense.

Entenda o caso:

O Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro cassou a liminar que permitia o atleta de jogar pelo Palmeiras, devolvendo os direitos federativos ao Fluminense. Com essa decisão da “Justiça do Trabalho” do Rio de Janeiro, horas depois o nome de Gustavo Scarpa já aparecia novamente no BID – Boletim Informativo Diário da CBF, como atleta do clube das Laranjeiras.

Mesmo com essa decisão, o Palmeiras acredita em uma vitória nos tribunais e assim continuar com o jogador sem ter que desembolsar uma quantia para o clube carioca.

Sem ainda ter recebido uma notificação oficial da decisão da Justiça – pelo menos até a noite passada, o Palmeiras considera Scarpa por hora, como seu jogador; mas por medida de segurança não colocará ele em campo para não correr quaisquer riscos. Tão somente seja notificado oficialmente, é que a direção palmeirense irá se manifestar em relação ao caso e consequentemente procurar seus direitos.

Neste primeiro momento, quem deverá contestar tal decisão são os advogados do atacante – obviamente cobertos de apoio por parte do departamento jurídico do Palmeiras. Os advogados de Scarpa terão que recorrer da queda da liminar, que deverá ser julgada somente no próximo mês, assim sendo, os mesmos terão tempo para conseguirem uma nova liberação para o jogador continuar no Palmeiras até a audiência final. Caso sejam derrotados, ainda assim poderão recorrer a instâncias superiores.

Comentários