Rogério Caboclo, presidente da CBF corre sério risco de ter seu mandato interrompido. O motivo disso é por conta de uma funcionária da entidade que se licenciou por motivos de saúde. A mesma teria provas de desvio de comportamento do presidente Caboclo.

Essa mesma funcionária teria ligação com ex-presidentes, como por exemplo, Marcos Polo Del Nero - presidente da CBF entre os anos de 2015 a 2018, do qual seria "padrinho político" de Caboclo.

Vale lembrar que Del Nero fora recentemente banido da FIFA de todas as atividades do futebol por estar envolvidos com vários crimes de corrupção relacionados ao futebol.

Em primeira mão, a ESPN anunciou nesta última quarta-feira sobre o tema, que segundo a própria, teria buscado informações junto à entidade no último domingo, tendo ela recebido uma resposta que suas perguntas seriam respondidas na segunda-feira, no entanto, essa teria sido adiada para terça e depois para quarta.

Sem respostas

No entanto, até essa última quarta-feira, a ESPN não tinha recebido qualquer tipo de resposta por parte da Confederação Brasileira de Futebol sobre o tema.

Agora de acordo com o site "GE", o mesmo ouviu críticas quanto à conduta de Caboclo junto à boa parte dos presidentes de clubes, de federações e de dirigentes da própria CBF.

A forma como se posta o presidente da entidade aqui descrita por seus próprios interlocutores, é "errática" e "inapropriada" para a função que ele exerce.

Tanto que essas pessoas citam uma reunião virtual realizada em 2020 para discutir a sequência dos jogos em meio à pandemia, onde Caboclo teria se exaltado, batido na mesa e usado palavrão para pressionar esses mesmo.

Pedido de licença e motivo pra afastamento

Segundo relatos feitos as reportagens, o pedido de afastamento da funcionária já acima relatado teria sido ligado por problemas de saúde, visto que essa mesma lidava diretamente com Caboclo. A mesma funcionária está incomunicável desde então.

Saída de Rogério Caboclo da CBF

Em caso de renúncia do atual presidente da entidade máxima do futebol brasileiro, o estatuto da mesma indica que seu vice mais velho deva assumir e convocar novas eleições dentro do prazo de 30 dias, onde nesta eleição só podem participar os atuais vices-presidentes, sendo que o mais votado comandaria a CBF até o fim do atual mandato, que se encerra em abril de 2023.

Estaria então concorrendo a essa eleição

Antônio Aquino - Acre

Ednaldo Rodrigues - Bahia

Castellar Guimarães - Minas Gerais

Fernando Sarney - Maranhão

Francisco Noveletto - Rio Grande do Sul

Marcus Vicente - Espírito Santo

Gustavo Feijó - Alagoas

Antonio Carlos Nunes