Depois dos doze clubes europeus anunciarem a criação de uma nova competição continental - com a "Superliga", nos moldes dos torneios norte-americanos, a FIFA se manifestou sobre o assunto, se declarando contrária a realização do mesmo. Além da entidade máxima do futebol mundial, quem também se pronunciou a respeito do assunto, foi o primeiro-ministro britânico - Boris Johnson, que expressou sua preocupação com esses planos.

Posicionamento da FIFA

A posição da FIFA contrária a criação da Superliga, é vista como favorável pela UEFA, que já comunicou que os clubes que disputarem tal torneio, não poderão participar de suas competições, nem dos campeonatos nacionais, sendo que os jogadores desses clubes também não poderão representar suas respectivas seleções. Desta forma, também não poderão representar suas seleções nas Eliminatórias ou na Copa do Mundo.

"Nesse contexto, a FIFA só pode expressar sua desaprovação a uma "liga separatista europeia fechada", fora das estruturas futebolísticas internacionais e sem respeitar os princípios antes mencionados", afirmou a entidade, em nota oficial.

Vale salientar que desses 12 clubes que pretendem criar essa nova competição europeia, seis são provenientes da Inglaterra: Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City e United e Tottenham.

Superliga

A ideia desses 12 clubes era de criar um torneio com 20 times, sendo que desses, 15 seriam fixos e os outros cinco viriam através de uma eliminatória. Essas equipes seriam divididas em dois grupos de 10, dos quais quatro de cada avançariam para as semifinais, iniciando a mesma na temporada 2023/2024.