Mesmo com o continente vivendo uma segunda ou terceira onda da COVID-19, Aleksander Ceferin - presidente da UEFA ainda assim pretende manter o seu desejo em "pauta", ou seja, realizar a Eurocopa no formato atual, com 12 sedes. No entanto, a entidade sabedora das dificuldades vividas na região por conta do Coronavírus, pode endurecer algumas medidas e mudar a logística do torneio.

Reunião na UEFA

Nesta última quarta-feira, a entidade se reuniu com representantes das federações que serão sedes da Eurocopa, onde o presidente da UEFA disse estar otimista com relação à pandemia e que se assim seguir, tudo poderá ficar dentro do plano traçado.

"A UEFA está empenhada em realizar a Eurocopa nas 12 cidades originalmente planejadas. A Euro é a competição mais importante para o futebol de seleções na Europa e uma fonte vital de financiamento para o desenvolvimento do futebol de base e em geral", comentou o presidente, que completou:

"Estamos otimistas de que as coisas provavelmente serão muito diferentes no que diz respeito ao vírus à medida que nos aproximamos do torneio, e é importante que demos às cidades-sedes e aos governos o máximo de tempo possível para formular um quadro preciso do que será possível em junho e julho".

Cautela com relação aos torcedores

Em relação à presença do público nos estádios, propriamente dito nesta competição, Ceferin preferiu manter cautela, mas disse que seu desejo é que os torcedores possam estar nos estádios acompanhando às partidas.

"Os torcedores são uma grande parte daquilo que torna o futebol especial e isso vale tanto para a Eurocopa como para qualquer outro torneio. Devemos nos permitir o máximo de espaço para permitir seu retorno aos estádios", concluiu.