A autópsia realizada no corpo de Dom Diego Armando Maradona constatou que o ex-gigante do futebol mundial, morto no último dia 25, não veio a deixar esse mundo por conta de drogas ou álcool ingeridos nos últimos dias de sua vida, uma vez que essas substâncias não foram encontradas nos exames realizados nesta última terça-feira.

De acordo com informações da emissora argentina "LaSexta", Maradona teria sofrido por cerca de oito horas antes de morrer.

"Não fora uma morte súbita, mas sim uma grande agonia que durou entre seis a oito horas", revelou o canal televisivo.

Coração gigante, drogas e álcool

Como já relatado em outra oportunidade, o coração do ex-jogador, já debilitado por conta da ingestão de drogas e álcool ao longo de sua vida e que pesava o dobro de um coração normal, foi um dos grandes motivos de sua morte; somado a isso o fígado e os rins, que também teriam mostrado sinais de falhas.

Nesta autópsia realizada na última terça-feira no corpo de Maradona, os médicos peritos encontraram antidepressivos, antipsicóticos, remédios para náuseas e para tratamento de dependência de drogas e álcool. Maradona teria falecido após uma parada cardíaca em sua casa, dias após receber alta de uma cirurgia na cabeça.