GP de São Paulo deve ter mais uma vez sua data alterada em 2021. De acordo com as últimas informações vindas do "Circo" da Fórmula 1, a organização do GP de São Paulo - o antigo GP do Brasil, trabalha com a alteração de data da prova do dia 07 de novembro para o dia 14 do mesmo mês.

Porém, a F1 está tendo cautela para anunciar qualquer tipo de alterações na segunda metade da temporada, que iniciará com o GP da Bélgica, no dia 29 de agosto. Segundo os organizadores da categoria, constantes novidades na política de fronteiras dos países e o alto custo de transporte devido a pandemia complicam qualquer tipo de previsão mesmo a médio prazo, uma vez que a prova brasileira pode não ser a única a sofrer alterações de datas daqui pra a frente.

Alteração positiva para os organizadores do GP de São Paulo

Diferentemente do pensamento dos organizadores da categoria, os organizadores do GP de São Paulo estão entusiasmados com a possível volta a data original da prova brasileira, uma vez que essa será as vésperas do feriado da Proclamação da República, aonde esses vêm um aumento de expectadores no autódromo de Interlagos, principalmente com o avanço da vacinação no Brasil.

Porém, o Brasil segue em "alerta vermelho" para o governo britânico, algo que a F1 tenta evitar a qualquer custo, visto que das 10 equipes do grid, 7 são da Inglaterra, com a própria operação da categoria sendo baseada na região.

Solução pós-GP de São Paulo

Uma solução a ser facilmente resolvida, seria os organizadores encontrarem outro GP logo após o realizado no Brasil, desta forma os profissionais não voltariam na mesma semana ao Reino Unido.

No entanto, a F1 tem outros problemas mais graves a serem resolvidos, como, por exemplo, o GP do Japão, que seria realizado no início de outubro, no entanto, a Honda que é dona do autódromo de Suzuka, quer estender essa data para mais adiante; algo ainda não imaginável para quem organiza o calendário 2021 da Fórmula 1.

Com estresse enorme dos funcionários das equipes participantes da F1, visto os 29 GPs realizados em 57 semanas, tendo ainda mais 12 a serem realizados em 16 semanas, fazem com que os donos dessas equipes sejam contrários a qualquer solução que deixem seus profissionais fora de casa por mais tempo ainda.

Algo a ser contornado pela F1, que está sendo pressionada para fechar a segunda metade do calendário deste ano o quanto antes.