Como novo imbróglio financeiro, o Cruzeiro que já está há 10 dias sem poder registrar novos jogadores por conta de uma dívida com Arrascaeta junto a FIFA, o clube celeste terá que desembolsar um valor enorme para evitar que o "transfer ban" seja prolongado.

A Raposa terá que resolver logo essa pendência se não quiser ter uma nova punição somada a tantas outras, uma vez que em julho, o clube sofrerá novo impedimento de registro de atletas se não desembolsar US$ 1,145 milhões, desta vez pela compra de Riasco, ocorrida em 2015.

A dívida aqui em questão foi dada junto ao Morelia, hoje com novo nome; o clube mexicano atualmente é conhecido como Mazatlán. Se não bastasse essas duas pendências, o Cruzeiro também terá que pagar uma dívida junto ao Atlético-AC, pelo empréstimo do atacante Careca, em 2017.

Sem ser utilizado pelo Cruzeiro, Careca custou aos cofres do clube mineiro cerca de R$ 900 mil. Tal condenação saiu em abril deste ano, no entanto a Raposa ainda não realizou o pagamento, recorrendo a Justiça de Minas Gerais para questionar a legitimidade da CNRD para julgar o caso e anular os efeitos da decisão.

Com os três casos juntos, a dividida aqui em questão do Cruzeiro é de R$ 14,1 milhões; valor esse que a direção diz não ter em caixa e com isso estar impedida de resolver tais situações.

Preocupação maior do Cruzeiro

Somado a essas novas pendências financeiras, o que mais preocupa a direção do Cruzeiro é o caso Denilson, onde o clube tenta regularizar a venda do imóvel Campestre II para obter um pouco mais de R$ 13 milhões para realizar o pagamento de R$ 5,3 milhões ao Al-Wahda e com isso evitar uma punição ainda maior por parte da FIFA; a de ser rebaixado a Série C do Brasileirão.

Se o Cruzeiro conseguir regularizar a venda de sua propriedade, poderá esse quitar a dívida com o clube árabe e ainda bancar o débito com Arrascaeta ou com Riasco e Careca.