‘Quem ri por último, ri melhor’, CBF esquece ética desportiva e segue na briga por Ancelotti

A expectativa da CBF por Carlo Ancelotti na seleção brasileira é alta e a entidade já deixou claro que está disposta a esperar pelo técnico até junho de 2024, data que se encerra o contrato com o Real Madrid.

Até lá Fernando Diniz será o treinador interino da equipe, mas também não deixará seu posto no Fluminense, no qual já conquistou o Campeonato Carioca 2023. Até o momento a equipe está na 4ª posição do Brasileirão, e disputa a Copa Libertadores 2023. A dúvida que surge é: Diniz conseguirá dar atenção para as duas funções?

Apesar da Confederação deixar evidente que Ancelotti assumirá a seleção canarinho no ano que vem, não existe resquícios de alguma negociação em andamento e deixa a situação bem delicada visto aos olhos da ética desportiva.

 

CBF esquece ética desportiva e segue na briga por Ancelotti

A clausula dá o direito de fazer contato com os jogadores e treinadores para assinar um pré-contrato quando resta apenas seis meses para se encerrar o contrato com o atual clube em que defende. Contudo, esta ação é vista de uma maneira de que age longe da ética desportiva.

A CBF ‘tem dado risada' diante desse costume futebolístico e ignorado o tamanho do Real Madrid historicamente. Diante disso, tem se criado uma relação delicada entre a Confederação e o clube espanhol conforme se passa os dias.

Vale lembrar, que essa é a segunda passagem de Carlo Ancelotti no Real Madrid, que coleciona títulos nas duas vezes que comandou a equipe merengue. Considerado um dos melhores técnico da atualidade, o italiano é o alvo principal da CBF para que assuma o comando da seleção brasileira, a fim de buscar o tão sonhado hexa da Copa do Mundo.

Caso Ancelotti se torne o treinador do Brasil, o técnico de 65 anos, já tem familiaridade com alguns jogadores brasileiros, sendo eles: Éder Militão, Vini Jr. e Rodrygo. Ambos jogadores do Real e que são titulares absolutos na equipe de Carlo Ancelotti.

Carolina Castro Carolina Castro

Tenho 25 anos e sou formada em jornalismo. Desde criança desenvolvi o gosto por esporte e por isso escolhi ser jornalista. Foi a profissão que me deixou mais próxima daquilo que mais amo: falar e escrever sobre esporte.