Depois do Vasco, agora é a vez do Atlético-MG ir atrás de Jorge Jesus

O treinador português que já esteve na mira do Cruz-Maltino agora vira opção do Galo Mineiro, que depois da recusa de dois treinadores brasileiros, irá apostar em um comandante técnico estrangeiro.

Por Minha Torcida
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Ainda atrás de um novo comandante técnico para a sua equipe, a direção do Atlético-MG aposta em Jorge Jesus - treinador português com passagem por Benfica e Sporting - ambos de Portugal e que esteve na mira do Vasco.

Após receber as recusas de Tiago Nunes e Rogério Ceni, o Galo Mineiro agora partirá em busca de um novo treinador fora do Brasil, no entanto, a direção não terá pressa nesta escolha, analisando bem o mercado, para não errar. O Atlético quer que o próximo chefe do vestiário tenha uma duração maior no clube, ao contrário dos últimos. Para isso, está avaliando uma série de detalhes e perfis para tão somente tomar a decisão certa.

Jorge Jesus entra na mira do Atlético-MG.Jorge Jesus entra na mira do Atlético-MG.

Ao que tudo indica, o próximo técnico do Galo deverá assinar um contrato até o final de 2020, quando também se encerra a gestão da atual direção.

Com o técnico português desempregado desde o início deste ano, quando deixou o comando técnico do Al Hilal, da Arábia Saudita, ele tem o perfil desejado pelos atleticanos, pulso firme e sem meias palavras e mesmo tendo um "salário" bastante alto para os parâmetros brasileiros e já tendo admitido em conversas com pessoas próximas que não acredita que no futebol brasileiro tenha algum clube que possa bancá-lo, o clube brasileiro ainda assim acredita que ele possa ser o nome certo.

Vale lembrar que além do Atlético-MG, o Vasco que também está sem treinador já demonstrou interesse no profissional, que descartou a possibilidade de dirigir o "Cruz-Maltino", com isso, o Galo é o único interessado em seus serviços.

Jorge Jesus de 64 anos foi jogador profissional, e construiu sua carreira inteira em Portugal. O início de sua carreira como treinador teve início em 1989 e até comandar a equipe árabe, jamais havia saído de seu país para dirigir uma equipe - o comando técnico do Al Hilal se deu no último ano e durou apenas seis meses.

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