Tite começa a ver seu futuro na seleção brasileira balançar após empate com Panamá

Com uma atuação apática e desinteressada da equipe no último jogo do Brasil, Tite da sinais de desgaste no cargo e mesmo que vença o amistoso de hoje a tarde diante da República Checa, o desconforto do empate diante do Panamá irá persegui-lo até a Copa América.

Por Minha Torcida
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Depois de 2018, onde o Brasil não conseguiu ter um bom desempenho na Copa do Mundo da Rússia, algumas questões desde então ficaram no (ar), entre elas a competência do treinador Tite em levar a seleção brasileira a conquistar grandes títulos.

Mesmo com várias questões ainda em abertas, a Confederação Brasileira de Futebol - CBF confiou a ele mais um período no comando técnico, tanto que renovou seu contrato para até 2022, após a Copa do Mundo do Catar. Porém, a última exibição brasileira diante do Panamá, no empate em 1 a 1, na cidade do Porto, em Portugal, levantar novamente a questão de quanto o treinador está colaborando para o crescimento da seleção brasileira.

Tite - treinador da Seleção Brasileira.
Tite - treinador da Seleção Brasileira.

Com uma atuação apática e desinteressada da equipe, Tite da sinais de começar a balançar no cargo e mesmo que vença o amistoso de hoje a tarde diante da República Checa, o desconforto do empate diante do Panamá irá persegui-lo até a Copa América, no meses de junho e julho, aqui mesmo no Brasil.

Para ele ou digamos, para a sua permanência a frente da seleção, será fundamental que consiga levar o Brasil a conquista deste torneio em território nacional; caso contrário, muito dificilmente terá o seu cargo assegurado posterior a esse, visto o tamanho do descontentamento da própria cúpula da CBF com os últimos resultado obtidos em campo.

Rogério Caboclo - futuro presidente da CBF.
Rogério Caboclo - futuro presidente da CBF.

Além do fator campo, também existe a questão política dentro da CBF que poderá implicar em uma demissão com um insucesso na Copa América deste ano, visto que no mês de abril, Rogério Caboclo assumirá a presidência Confederação Brasileira de Futebol, onde o dirigente já poderá assumir o cargo pressionado por resultados de nossa seleção, principalmente por parte de dirigentes de federações estaduais que circulam no gabinete do futuro presidente da entidade máxima do futebol no Brasil.

Com tudo isso, Tite - um homem teoricamente inteligente, já deve ser sabedor que a sua situação confortável no comando da seleção não é mais o de antes da Copa da Rússia, quando parecia soberano na função e assim deverá agir rápido e voltar a conseguir bons resultados - resultados esses não somente por vitórias, mas sim por um futebol que consiga convencer o torcedor brasileiro de que a seleção está no caminho certo.

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