Em alta no Brasileiro e tendo mais de 80% de chances de conquistar o título nesta temporada, o São Paulo após encarar a turma de baixo da tabela, agora passará a encarar times mais cascudos, como Atlético-MG e Corinthians; isso sem falar na disputa das semifinais da Copa do Brasil.

Vivendo uma grande fase na temporada, o São Paulo não sabe o que é perder a mais de três meses no Brasileirão, onde já somou 40 gols nos últimos 15 jogos e é o atual líder isolado do torneio, com 50 pontos - sete a mais que o Atlético-MG, vice-líder.

Reta final para confirmar o favoritismo

Sim, o São Paulo a partir deste final de semana entrará em uma espécie de reta final da temporada, onde jogará a vida em busca do título do Brasileirão e porque não da Copa do Brasil.

O próximo compromisso do Tricolor Paulista será diante de um eterno rival, o Corinthians, na Arena Neo Química - onde jamais derrotou o seu adversário. Depois deste jogo, o próximo rival será o "Galo", na quarta-feira, em um confronto direto pela briga do título nacional.

Mas não pensem você são-paulino que as dificuldades de seu time são somente essas, pois não são, na sequência, o Tricolor Paulista irá encarar outro Tricolor, o Gaúcho, onde aqui falamos do Grêmio, em partida válida pelo jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil, fora de casa. Após esse duelo válido pela Copa do Brasil, o São Paulo pegará o Fluminense - quinto colocado na tabela de classificação do Brasileirão e que vem brigando por uma das vagas a Libertadores; também fora de casa. Para fechar o mês de dezembro, o São Paulo volta a encarar o Grêmio, no segundo jogo pelas semifinais da Copa do Brasil.

Como puderam perceber, o Tricolor Paulista terá quatro grandes confrontos pela frente, sendo destes, três pelo Brasileirão e um pela Copa do Brasil (na verdade dois jogos).

Com cinco jogos em apenas 17 dias, Fernando Diniz - treinador do São Paulo define essa maratona da seguinte forma:

"Sempre disse e vou repetir: o pilar central do trabalho é como me relaciono com meus jogadores. Aqui existe espaço para brincar, brigar, chorar e se divertir. A aproximação não tem receio, jogadores carecem de atenção. Minha preocupação com os jogadores é que melhorem em campo e fora dele. Quando o jogador para de jogar futebol, ele tem que estar bem financeiramente, e se nós que estamos perto conseguimos ajudar, é um prêmio que damos a ele. Quando é jogador, acha que aquilo irá durar para sempre, mas não", afirmou o mandatário são-paulino após a goleada sobre o Botafogo, no meio desta semana.

Agora resta saber se o time de Fernando Diniz está maduro para confirmar que é um dos candidatos a levar o título do Brasileirão 2020.