Nesta última segunda-feira, em conversa com representantes da liga que organiza o futebol francês, o presidente do Paris Saint-Germain - Nasser Al-Khelaifi disse ser favorável a um redução salarial imposta aos jogadores em meio a crise provocada pelo novo Coronavírus, onde o mandatário deu o exemplo do Barcelona que tenta reduzir os impactos financeiros negativos do clube.

Para o Paris Saint-Germain e também para a grande maioria dos clubes mundiais, os custos referentes aos salários de jogadores e staff técnico representam mais da metade de seus orçamentos. Na temporada 2018/2019, por exemplo, enquanto o total arrecadado foi de 637 milhões de euros, os custos com funcionários chegaram aos 371 milhões de euros no PSG

Sem uma solução para essa situação no horizonte, os atletas do PSG como de outros grandes da Europa e do Mundo seguem se preparando para o retorno do futebol - enquanto uns permaneceram no país onde estão estabelecidos, outros retornaram para seus países, como por exemplo, Neymar e Cristiano Ronaldo, que voltaram para o Brasil e Portugal, respectivamente. Durante a pandemia, atletas também se pronunciam para conscientizar e combater a COVID-19.

Nasser Al-Khelaifi - dono do PSG (ao centro da imagem).
Nasser Al-Khelaifi - dono do PSG (ao centro da imagem).