UEFA volta investigar o PSG no caso Fair Play Financeiro, diz jornal

Como pena, o PSG pode ser proibido de participar de competições organizadas pela UEFA, como a Champions League – o grande objetivo do clube.

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O Fair Play Financeiro continua no “calcanhar” do Paris Saint-Germain, onde segundo informações do jornal francês “L’Équipe”, a UEFA está querendo revisar os patrocínios do clube de Neymar e Cia, ao qual poderá resultar até mesmo em exclusão de torneios.

O diário francês informou nesta quarta-feira que as investigações sobre as contas do clube foram reabertas e as mesmas teriam apontado menores valores dados por empresas, o que colocaria o clube fora das regras impostas pela entidade.

A UEFA ainda investiga as transações envolvendo Neymar e Mbappé.A UEFA ainda investiga as transações envolvendo Neymar e Mbappé.

A matéria diz ainda que, após reabrir o processo junto a Câmara de Adjudicação da UEFA, a mesma acabou ficando mais rígida quanto às contas do PSG e com isso decidiu revisar até mesmo os valores dos contratos de patrocínio com as empresas de xeques cataris (como órgãos de turismo, banco, operadora de telecomunicações, canal de TV e um centro médico). Na visão da entidade, esses valores seriam 37% menores.

De acordo com as regras do Fair Play Financeiro da UEFA, um clube não poderia registrar déficit acima de 30 milhões de euros por um período de três temporadas. Lembrando que as penas para as equipes que não se enquadrarem nas regras são progressivas e com isso o PSG poderia ser alvo de duras penas por ser reincidente, após ser punido em 2014.

O Paris Saint-Germain, por exemplo, pode ser proibido de participar de competições organizadas pela UEFA, como a Champions League – o grande objetivo do clube. Além desta, também poderá ser proibido de inscrever jogadores e ter receitas de competições retidas.

O jornal francês ainda aponta que a UEFA irá a partir de agora observar as contas do clube nas próximas temporadas, a fim de analisar como o clube irá adequar os gastos com estrelas do futebol, como Mbappé e Neymar, que juntos custaram aos cofres do clube 402 milhões de euros. Ainda segundo o L’Équipe, o clube teria que conseguir uma receita anual de 150 milhões de euros para reequilibrar suas contas.

 

 

 

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