Tendo como meta inicial vender Miguel Borja ao final deste ano, mas ainda sem ter clubes interessados no futebol do atacante logo após o final do Brasileirão; a coisa parece mudar de figura na última semana, tendo como principais postulantes a receber o jogador em 2020, o Olimpia - do Paraguai e Junior Barranquilla - da Colômbia.

Lembrando que na semana passada, o jogador deu entrevista já falando como "jogador do time paraguaio". Com termos como "buscar novos ares" e "meu ciclo se encerrou", ele deixou claro que não continuaria no Palmeiras e muito menos no Brasil, onde até o momento não existe nenhum clube realmente interessado em seu futebol.

No entanto, o negócio com o Olimpia não evoluiu; surgindo então o interesse do time que Borja sempre disse ser torcedor. Sem condições de adquirir em definitivo, o Junior fez mais uma proposta de empréstimo e agora aguarda a resposta do Palmeiras - algo que deverá ser negado pelo "Alviverde", visto que a direção palmeirense deseja vendê-lo e não emprestá-lo.

Antes de dar qualquer tipo de resposta ao time colombiano, a direção do Palmeiras estuda cláusulas de proteção para garantir a compra em caso de metas cumpridas, mas a diferença de patamar financeiro entre os brasileiros e colombianos dificulta que isso seja colocado no papel. Até mesmo o pagamento dos salários de Borja estão em questão.

Borja é a contratação mais cara da história do Palmeiras e custou quase R$ 50 milhões entre o pagamento imediato para tirá-lo do Atlético Nacional e a outra cláusula que obriga o Alviverde a ficar com 100% de seus direitos econômicos, algo que inclusive foi parar na FIFA.

Se aceitar emprestá-lo ao Junior Barranquilla, a direção do "Verdão" torce para que o atacante consiga voltar a marcar gols na sua nova equipe e novos interessados de um mercado periférico faça uma proposta de compra. Ele tem contrato com o clube brasileiro e paulista até 2021.