Palmeirenses querem reconhecimento mundial quanto ao título da Copa Rio de 51

Dirigentes palmeirenses estranham esquecimento da Conmebol quanto a conquista de 51.

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Após a Conmebol conseguir convencer a FIFA a reconhecer como “Campeões Mundiais” os campeões intercontinentais – competição disputada entre 1960 a 2004, o Palmeiras através de dois conselheiros procuraram Reinaldo Carneiro Bastos – Presidente da Federação Paulista de Futebol e demais representantes brasileiros na confederação sul-americana com o intuito de validar o título da “Copa Rio de 1951” como título mundial.

Palmeiras - Campeão da Copa Rio, em 1951.Palmeiras - Campeão da Copa Rio, em 1951.

Segundo informações publicadas pelo portal UOL, Vittorio Pescosolido e Roberto Frizzo, responsáveis pela elaboração de um dossiê com toda a pesquisa sobre a conquista de 51, encaminharam seus argumentos e toda a documentação ao dirigente.

Já confirmado pela FIFA em 2014 e posteriormente desconciderada ou desconversada, o Palmeiras diz não estar preocupado com a FIFA, mas sim com a entidade sul-americana, que se faz de desentendida, não reconhecendo tal feito, declarou Frizzo ao globoesporte.com

“O Mundial já foi confirmado pela FIFA aqui em 2014. Nossa maior preocupação não é nesse sentido, mas sim de que a Conmebol, que saí na batalha pelos clubes, agora se faz de desentendida, fazendo de conta que não viu o reconhecimento do Palmeiras. Parece que eles não estavam na reunião em que a FIFA reconheceu o Palmeiras como legítimo Campeão Mundial de 1951”.

Em um e-mail enviado ao representante brasileiro a Conmebol, o clube paulista lista uma cronologia de fatos que levaram a FIFA a reconhecer tal feito, em junho de 2014 e agora eles apelam que o Palmeiras seja considerado o primeiro “Campeão Mundial de Clubes”.

No tal documento enviado a Conmebol, uma parte do texto diz o seguinte:

“Não se pode deixar de estranhar a posição da Conmebol; afinal, na reunião do Commitiee, composto por 20 membros estava presente Júlio Humberto Grondona, na época vice-presidente executivo da FIFA e presidente da AFA e Eugenio Figueredo, apenas o presidente em exercício da Conmebol”.

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