Dirigentes do Palmeiras são investigados pelo Deic por irregularidades em contrato com a Crefisa

Os dois acusados afirmam que a apuração via Polícia Civil tem motivação política e que eles respeitaram o que diz o estatuto do clube, com a aprovação dos “valores” pelo Conselho Deliberativo.

Por Minha Torcida
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Caso de polícia no Palmeiras. O presidente - Mauricio Galiotte e o presidente do Conselho Deliberativo - Seraphim del Grande, estão sendo investigados pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais - DEIC por suposta irregularidade nos contratos aditivos junto a sua principal patrocinadora - aqui nos referimos a "Crefisa".

A respeito do "assunto", os dois dirigentes palmeirenses sustentam que tudo não passa de um movimento político orquestrado pela oposição, que tem como um dos líderes o ex-presidente Mustafá Contursi.

Mauricio Galiotte - presidente do Palmeiras é um dos acusados no caso.Mauricio Galiotte - presidente do Palmeiras é um dos acusados no caso.

A principal acusação e objeto principal de análise é referente à assinatura de Galiotte que transformou os aportes da patrocinadora para contratações em uma dívida de R$ 120 milhões - valor esse que é corrigido diariamente e que só poderá ser cobrado quando os jogadores adquiridos por esse valor, forem vendido ou tiverem seus contratos encerrados com o clube.

Entre os atletas que foram adquiridos com a ajuda da "Crefisa" estão: Dudu, Bruno Henrique, Deyverson e Borja - todos esses tiveram propostas recentes rejeitadas, o que faz com que o valor junto à patrocinadora só aumente.

De acordo com a investigação, o presidente do Palmeiras teria assinado um documento com a data de dezembro de 2017, somente em janeiro do ano passado, com valores a serem pagos de forma retroativa. Entretanto a assinatura deste contrato foi efetivado em um período em que o dirigente estava licenciado do clube e é isso que a Polícia está investigando no momento.

Segundo informações do site "UOL Esporte", o DEIC já convocou Galiotte e Seraphim para prestarem esclarecimentos no início do mês, mas os dirigentes palmeirenses através de seus representantes jurídicos solicitaram uma nova data para se apresentarem por conta de compromissos particulares.

Em contato com o site acima citado, os dois acusados afirmam que a apuração via Polícia Civil tem motivação política e que eles respeitaram o que diz o estatuto do clube, com a aprovação dos "valores" pelo Conselho Deliberativo. Já por sua vez a oposição afirma que Seraphim havia convocado a tal reunião apenas para discutir a estrutura do novo contrato e não para deliberar a aprovação da mudança. Porém, no encontro, o presidente do "Conselho" colocou a pauta em votação e teve a maioria dos votos, uma vez que seu grupo político domina atualmente o clube.

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