Corinthians sonda Guiliano a pedido de Tiago Nunes; valores assustam

Um dos destaques do futebol árabe, o meia-atacante teve seu nome especulado no Corinthians, mas após sondagem, foi descartado pelos altos valores.

Por Talis Andrey de Mello
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Muito ativo no mercado, o Corinthians busca opções no mercado para formar uma equipe competitiva visando a fase preliminar da Copa Libertadores da América e o início do campeonato estadual. Mesmo com todas as atenções voltadas para o jovem atacante Michael, o Timão buscou informações sobre outro atacante que atua nos lados do campo: Trata-se de Giuliano, que atua no Al-Nassr, da Arábia Saudita.

Entretanto, não existe qualquer início de negociação com o meia-atacante. Isso porque, de acordo com informações da imprensa paulista, o jogador tem vencimentos muito superiores ao teto salarial estipulada pela diretoria corintiana, que estabeleceu o limite de R$650 mil mensais. Além disso, o clube paulista já tem um jogador que ultrapassa esse teto salarial: Luan, a grande contratação do Corinthians para a temporada até o momento, irá receber estes vencimentos.

Giuliano foi sondado pelo Corinthians. Valores assustaram a diretoria corintiana. (Foto:Divulgação)
Giuliano foi sondado pelo Corinthians. Valores assustaram a diretoria corintiana. (Foto:Divulgação)

Sobre a situação de Giuliano, além dos altíssimos salários recebidos pelo jogador no futebol árabe, as negociações por uma possível quantia na transferência são praticamente inviáveis. Tendo em vista o seu desempenho na última temporada, o jogador deve sair do futebol árabe pela multa rescisória, que é de 10,5 milhões de euros ( R$46 milhões). Por este mesmo motivo, o clube paulista desistiu da contratação do atacante Pedro Rocha, que antes de acertar a sua ida ao Flamengo, foi sondado sobre a possibilidade de vestir a camisa do Timão em 2020. Entretanto, a recusa por reduzir o salário fez com que um acerto se tornasse impossível.

Outro desejo corintiano que acabou não vingando nesta janela de transferências atende por Nikão. Neste caso, o problema não foi o salário do meia-atacante, e sim a pedida de 3 milhões de euros, cerca de R$ 13,5 milhões, por parte do Athletico-PR.

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