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Conmebol determina dia 8 ou 9 de dezembro como datas para a final da Libertadores

A “DECISÃO” da Libertadores poderá ter como local os Estados Unidos, Paraguai ou Catar. Nas últimas horas a cidade de Gênova, da Itália se ofereceu para sediar a final da competição sul-americana.

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Há poucos minutos atrás a Conmebol após se reunir com os presidentes de Boca Juniors e River Plate, anunciou que a data para a realização da grande final da Libertadores poderá ocorrer no dia 8 ou 9 de dezembro – sem local e horário definidos.

Alejandro Dominguéz esteve reunido com dirigentes de Boca e River, em um almoço para determinar nova data para a final da Libertadores-2018.Alejandro Dominguéz esteve reunido com dirigentes de Boca e River, em um almoço para determinar nova data para a final da Libertadores-2018.

Em entrevista coletiva cedida pelo presidente da entidade – Alejandro Domínguez, o mesmo confirmou que a final da Taça Libertadores ocorrerá fora da Argentina. Ainda de acordo com Domínguez, a Conmebol irá se encarregar de todos os custos e despesas dos clubes finalistas – como hospedagem, alimentação e transporte interno de toda a delegação de Boca e River e também dos árbitros.

Como prováveis locais para a “DECISÃO” da Libertadores estão os Estados Unidos, Paraguai ou Catar. Nas últimas horas, a cidade de Gênova, da Itália se ofereceu para sediar a final da competição sul-americana.

Vale ressaltar que mesmo com um “acordo”, alguns atletas do Boca Juniors estão relutando a entrar em campo, são eles: Darío Benedetto, Carlos Tevez, Ramón Ábila e Nahitan Nández – que sofreram com os efeitos do gás lacrimogêneo. A direção do Boca enviou um ofício a Conmebol exigindo o adiamento da partida e até mesmo a reversão dos pontos da mesma, onde o declararia Campeão da Libertadores – 2018.

Esse pedido do Boca Juniors será analisado pelo Tribunal de Justiça da entidade, mas o mesmo não tem um prazo para dar a resposta. A Conmebol não quer que uma das equipes leve o título no “tapetão”, por isso luta pela disputa em campo.

A direção dos “Xeneizes” temem que seus atletas sejam pegos pelo exame antidoping, uma vez que muitos deles foram medicados com corticóides – substância proibida pela Agência Mundial Antidoping – Wada.

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