Segurança reforçada para a primeira partida da final da Libertadores, na Bombonera

Com promessa de casa cheia, na Bombonera a segurança será muito maior que em dias de partida normal, uma vez que desde 2013 está proibida a entrada de visitantes em clássicos na Argentina

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Com um “supreclássico” na grande final da Libertadores da América deste ano, entre Boca Juniors x River Plate, todo cuidado é pouco. Pensando exatamente na segurança, é que as autoridades argentinas se reuniram nesta semana para determinar as regras para o bem estar da partida e dos torcedores, no próximo final de semana.

O governo irá disponibilizar cerca de 1.500 policiais dentro e fora da Bombonera na primeira partida da grande final da Libertadores, no próximo sábado, às 18h (horário de Brasília).

La Bombonera - estádio do Boca Juniors.La Bombonera - estádio do Boca Juniors.

Tamanha preocupação em relação à segurança de quem irá estar em campo, nas arquibancadas e nos arredores do estádio é tão grande, que até mesmo guarda-chuvas estão sendo proibidos pelos torcedores (vale ressaltar que a previsão para a capital argentina é de chuvas intensas).

O objeto é considerado pelos organizadores da segurança como uma “arma” nas mãos dos torcedores, como explicou o “Subsecretário de Segurança do Ministério da Justiça Argentina” – Juan Pablo Sassano:

“Não iremos permitir guarda-chuvas, explosivos e nada desse tipo. O guarda-chuva mesmo sendo importante para o próximo sábado, onde promete muita chuva, é por nós considerados como uma espécie de arma e por isso não poderão entrar no estádio, principalmente em um ambiente que irá reunir cerca de 50 mil pessoas”.

Com promessa de casa cheia, na Bombonera (casa do Boca Juniors) a segurança será muito maior que em dias de partida normal, uma vez que desde 2013 está proibida a entrada de visitantes em clássicos na Argentina – não necessariamente neste caso, uma vez que a disputa é pela Libertadores.

Para finalizar, Sassano ainda declarou que a segurança tem em mãos uma lista com quase quatro mil pessoas que estão vinculadas a violência em estádios e arredores e que essas pessoas não serão autorizadas a entrarem nos estádios das finais.

“Temos em mãos uma lista de quase quatro mil pessoas vinculadas à violência e que não podem entrar. O controle do Boca é feito com 80 efetivos da Tribuna de Segurança; essa é uma operação especial, onde haverá mais de 200 pessoas trabalhando nessa causa”, declarou o Subsecretário de Segurança do Ministério da Justiça.

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