Entrevista: Alisson, um dos indicados a "Bola de Ouro" comenta sobre a sua chegada a Europa

“Temos muito o que aspirar no Liverpool e na Seleção Brasileira. Temos vários objetivos coletivos e também tenho objetivos individuais. Ainda me falta muito para conquistá-los e espero que esta temporada possa ser tão boa quanto a última", comentou.

Por Minha Torcida
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Um dos grandes destaques da última temporada europeia, Alisson Becker - goleiro do Liverpool e da Seleção Brasileira falou em entrevista ao jornal espanhol "Marca" sobre a dificuldade para um goleiro ser escolhido como o "melhor jogador do mundo" e nesta mesma relembrou o início de sua carreira na Europa.

Alisson.

"Temos muito o que aspirar no Liverpool e na Seleção Brasileira. Temos vários objetivos coletivos e também tenho objetivos individuais. Ainda me falta muito para conquistá-los e espero que esta temporada possa ser tão boa quanto a última".

Nesta mesma entrevista, assim como já declaramos na matéria, o goleiro brasileiro falou sobre a indicação a "Bola de Ouro", onde ele declarou o seguinte:

"Li alguma coisa a respeito e fico orgulhoso por ter sido indicado ao prêmio, mas sei que não é fácil. É ainda mais difícil para um goleiro. Mas também tenho a consciência tranquila. Isso significa que estou fazendo bem o meu trabalho e tem pessoas que valorizam. É um tema muito complexo. A diferença é que o goleiro não marca gols, ele evita. E as pessoas gostam de comemorar gols. É o momento mais importante do futebol. Creio que os atacantes se destacam um pouco mais. É algo natural, mas, pouco a pouco, as coisas estão mudando".

A respeito de seu início na Europa, Alisson disse que passou muita coisa em sua cabeça, principalmente quando deixou a Itália para jogar na Inglaterra.

"Passaram muitas coisas na minha cabeça quando saí da Itália, porque foi tudo muito rápido na minha carreira. Você se lembra de tudo que passou para chegar naquele momento. Tive que deixar meu país e não sabia o que iria acontecer nos próximos meses. Era uma mistura de euforia e incredulidade. Mas, desde os primeiros dias, fui muito bem recebido e logo me adaptei. Em dois anos fui para a Inglaterra e foi tudo perfeito", encerrou ele.

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