Pra quem ainda não sabe, o representante de Paolo Guerrero neste último final de semana pediu a rescisão de contrato do jogador - a pedidos do mesmo. Em nota divulgada por seu estafe, o atacante peruano revelou descontentamento com relação ao clube e a direção do Inter, onde o maior motivo disso seria a incerteza quanto ao seu futuro.

No entanto, o Inter teve paciência para esperar por Paolo Guerrero quando de sua punição por doping e recentemente por sua grave lesão ocorrida quase no início do Brasileirão de 2020; por esse motivo, a direção colorada não irá simplesmente aceitar a sua saída, onde cobrará sim uma multa pela rescisão de contrato - contrato esse que finaliza em dezembro deste ano.

Como já declaramos aqui, Guerrero que terá seu contrato finalizado no final deste ano com o Colorado, em menos de 27 dias poderá assinar um pré-acordo com qualquer clube de seu interesse, donde poderá representá-lo a partir de 2022, assim sendo, Paolo Guerrero pode sim estar sendo injusto com o Internacional, que teve muita paciência com todos os seus problemas - sejam eles jurídicos ou médicos (OPINIÃO).

Voltando ao empresário do peruano - Vinícius Prates; esse alega que ainda não fora procurado para renovar o contrato do atacante, no entanto, é sabido por todos que a atual administração do clube gaúcho e brasileiro já sinalizou que não tem recursos para tanto, embora desejava até aqui a sua permanência, mas mediante o assunto aqui tratado, poderá liberá-lo no final da temporada, ainda mais que para o setor, o time por hora comandado por Miguel Ángel Ramírez está bem servido, sendo Guerrero um dos candidatos a titularidade; não titular absoluto ou com vaga garantida.

Retornando a direção do Inter, essa por sua vez se diz pega de surpresa com tal manifestação, donde diz ter programado um encontro entre as partes para os próximos dias para ver sobre essa questão.

"De modo algum. Não houve falta de respeito com o atleta em momento algum. Sempre houve respeito, educação, cumprimento de contrato. Diariamente a gente conversa, convive em ambiente saudável. Nos surpreendeu a manifestação do empresário", declarou o diretor-executivo do Inter - Paulo Bracks.

Inter não aceitará rescisão amigável

Segundo as últimas informações vindas do Beira-Rio, caso o agente insista neste assunto, o clube não irá aceitar a saída sem que receba o pagamento da multa rescisória - que está estipulada em contrato e esse valor atualmente é de US$ 2,5 milhões - algo em torno de R$ 13,5 milhões na cotação de hoje, conforme concluí Bracks

"Não posso responder pelo atleta, se há insatisfação. Reitero que houve certa surpresa da nossa parte. Nós não ouvimos isso do Paolo, nós lemos isto do empresário. E o empresário que tem histórico de relação com o Inter. E não houve nenhum tipo de pedido, formalização, para rescindir o contrato. E se ele realmente for interesse do empregado de rescindir, ele sabe o caminho a seguir. A partir de hoje vamos tratar disso com tranquilidade e respeito".