Cada clube tem seus ídolos, suas lendas, seus momentos históricos, e claro, a sua camisa sagrada. No Grêmio, não poderia ser diferente. O clube gaúcho, que é considerado um dos maiores clubes do futebol do Brasil e da América do Sul, tem uma galeria repleta de ídolos, e a grande maioria deles tem uma coisa em comum: vestir a camisa 7.

Desde a conquista da Copa Intercontinental de Clubes de 1983, o Mundial de Clubes da época, onde o Grêmio venceu o Hamburgo, da Alemanha, com a grande atuação de Renato Portaluppi, que vestia a camisa 7 na ocasião, este número virou o símbolo de referência técnica do time. A camisa 7 sempre foi correspondente à um dos principais nomes do time nas conquistas.

Pensando nisso, iremos elencar neste artigo 5 jogadores que entraram para a história do Grêmio, e que vestiram a lendária camisa 7 tricolor. Confira a lista:

Os 5 maiores camisas 7 do Grêmio após Renato Portaluppi

5º- Tinga (2001):

Um dos poucos jogadores que vestiu a camisa de Grêmio e Internacional, Tinga iniciou sua carreira no Grêmio. Foi um nome importante na conquista da Copa do Brasil do ano de 2001, em uma vitória histórica sobre o Corinthians, em São Paulo. Até pouco tempo, este era o último grande título da história do clube, que viveu um jejum de 15 anos sem conquistas nacionais. Naquela temporada, além do título, Tinga foi ganhando espaço, e se consolidando no futebol profissional.

Tinga em ação pelo Grêmio, no ano de 2001. (Foto:Divulgação)
Tinga em ação pelo Grêmio, no ano de 2001. (Foto:Divulgação)

4º- Ricardinho (2005):

Não é um dos grandes nomes da história do Grêmio, mas está marcado por ser o camisa 7 em um dos maiores episódios do clube: a Batalha dos Aflitos. No ano de 2005, o Grêmio estava na segunda divisão do Campeonato Brasileiro, e em um jogo absolutamente histórico, com dois pênaltis cometidos e com 4 jogadores expulsos, o tricolor venceu o Náutico pelo placar de 1x0, e voltou à elite do futebol brasileiro. O meia Ricardinho era o camisa 7 na ocasião.

Ricardinho foi o camisa 7 do Grêmio no ano de 2005, sobretudo na Batalha dos Aflitos. (Foto:Grêmio)
Ricardinho foi o camisa 7 do Grêmio no ano de 2005, sobretudo na Batalha dos Aflitos. (Foto:Grêmio)

3º- Diego Souza (2007):

Hoje de volta ao Grêmio, o meia-atacante já havia escrito seu nome na história do clube no ano de 2007. Na ocasião, o Grêmio havia se classificado para a Copa Libertadores da América daquele ano, pouco tempo após de voltar para a 1º divisão. Naquela competição continental, Diego Souza foi muito importante, sendo o grande nome do time que foi vice-campeão do torneio, sendo derrotado pelo lendário Boca Juniors de Riquelme. Não conquistou títulos na ocasião, mas é querido pelo torcedor gremista.

Diego Souza foi destaque do Grêmio em 2007. (Foto:Divulgação/Conmebol)
Diego Souza foi destaque do Grêmio em 2007. (Foto:Divulgação/Conmebol)

2º-Luan (2014 a 2019):

Tido por muitos como o maior ídolo da história recente do Grêmio, Luan foi o grande nome do time no retorno aos grandes títulos do clube. Campeão da Copa do Brasil de 2016, da Copa Libertadores da América de 2017, sendo eleito o melhor jogador do continente naquele ano. Além disso, foi campeão da Recopa Sul-Americana de 2018 e do Campeonato Gaúcho de 2018 e 2019. Foram 288 jogos pelo clube e 75 gols marcados.

Luan foi eleito melhor jogador da América no ano de 2017, atuando pelo Grêmio. (Foto:Divulgação)
Luan foi eleito melhor jogador da América no ano de 2017, atuando pelo Grêmio. (Foto:Divulgação)

1º- Paulo Nunes (1995 a 1997):

Considerado um dos maiores ídolos da história do clube, Paulo Nunes foi multi-campeão pelo Grêmio. Venceu a Copa Libertadores da América de 1995, da Recopa Sul-Americana de 1996, do Campeonato Gaúcho de 1995 e 1996, além do Campeonato Brasileiro de 1996 e da Copa do Brasil de 1997. Foram 144 jogos na ocasião, com 70 gols marcados, e uma média de 0,48 gol por jogo.

Até retornou ao clube no ano de 2000, mas sem o mesmo sucesso da primeira passagem.

Paulo Nunes foi destaque do Grêmio em 1995 e 1996. (Foto:Divulgação/Grêmio)
Paulo Nunes foi destaque do Grêmio em 1995 e 1996. (Foto:Divulgação/Grêmio)