CBF consegue acordo com a FIFA e receberá US$ 25 milhões por legado da Copa

Os recursos provenientes da FIFA serão divididos da seguinte maneira: construção de centros de treinamentos nas capitais que não receberam a Copa – ficando ali 60%; futebol feminino – 15%, futebol de base – 15%, área médica – 4%, CBF Social – 4% e área administrativa – 2%.

Por Minha Torcida
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A Confederação Brasileira de Futebol anunciou nesta última segunda-feira que conseguiu a retomada das ações do "Fundo de Legado da Copa do Mundo de 2014". Após a assinatura de um novo contrato com a FIFA, a entidade máxima do futebol no Brasil anunciou um investimento de US$ 100 milhões no futebol nacional.

Em uma nota oficial publicada no dia de ontem, a CBF confirmou o repasse de US$ 25 milhões por parte da FIFA para a implementação de projetos propostos para 2019. Esse valor se soma aos US$ 9 milhões já repassados em 2014 e 2015.

Sede da entidade máxima do futebol no Brasil.Sede da entidade máxima do futebol no Brasil.

Devido aos últimos escândalos envolvendo o ex-presidente da CBF José Maria Marin, a FIFA trancou o repasse, tendo como ideia à liberação dos valores somente conforme cada projeto prometido pela entidade brasileira fosse avançando. Não satisfeitos, os dirigentes da entidade futebolística brasileira tentaram um acordo com a FIFA, com a ideia de criar uma empresa para gerir os projetos e recurso - negado pela FIFA. Com isso, entre muitas idas e vindas a sede da entidade máxima do futebol mundial, a CBF conseguiu convencer a FIFA de que tudo poderia ser gerido por aqui, sob uma auditoria periódica da entidade doadora - assim a mesma aceitou liberar tal recurso.

Na mesma nota apresentada nesta última segunda-feira, a CBF confirmou que contratará uma auditoria específica, além da auditoria geral da entidade, que acompanhará a execução dos projetos.

Segundo a própria Confederação Brasileira de Futebol, os recursos provenientes da FIFA serão divididos da seguinte maneira: construção de centros de treinamentos nas capitais que não receberam a Copa - ficando ali 60%; futebol feminino - 15%, futebol de base - 15%, área médica - 4%, CBF Social - 4% e área administrativa - 2%.

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