A Liberty Media - empresa que está atualmente a frente da Fórmula 1 divulgou nesta última segunda-feira as oito primeiras provas da temporada. As mesmas irão acontecer em um curto espaço de tempo - apenas nove semanas.

Mesmo com a apresentação do calendário iniciando em julho e tendo corridas até o mês de setembro, a temporada de 2020 da F1 deverá ter sequência até dezembro. A meta dos organizadores é entre 15 a 18 GPs no total - menos do que as 22 corridas previstas no calendário original para este ano.

Segundo o comunicado distribuído pela categoria, o restante do calendário será divulgado em etapas nas próximas semanas.

Após sete meses se um grande prêmio - entre o final da temporada 2019 e a paralisação por conta do novo Coronavírus que nem mesmo permitiu a abertura da temporada deste ano, já se foram mais de meio ano sem uma corrida de Fórmula 1 e com o início previsto para julho - conforme já aqui divulgado, teremos neste início seis etapas em sete finais de semana, sendo duas corridas na Áustria (5 e 12 de julho), uma na Hungria (19 de julho), duas na Inglaterra (2 e 9 de agosto) e uma na Espanha (16 de agosto).

As demais provas confirmadas irão manter as datas do calendário original: GP da Bélgica (30 de agosto) e o GP da Itália (6 de setembro). Lembrando sempre que todos esses grandes prêmios deverão ser realizados sem a presença do torcedor e fã da categoria, onde essas deverão seguir um protocolo bastante restrito por conta da pandemia da COVID-19.

Entre os demais GPs que ainda poderão ser realizados ao longo da temporada até dezembro, estão os grandes prêmios do Bahrein, China, Vietnã, Canadá, Azerbaijão e Abu Dhabi. O GP do Brasil também ainda segue neste novo calendário, mas o mesmo foi antecipado uma semana, ou seja, deverá ocorrer entre o final de outubro e início de novembro, uma vez que estava marcado para acontecer no dia 8 de novembro - no calendário original para a temporada 2020 da F1.