Situação de Nikita Mazepin na equipe Haas está ficando cada dia mais insustentável, segundo informações vindas do mundo da F1. De acordo com essas últimas, após o caso de abuso sexual por parte do jovem piloto russo recém contratado pela escuderia norte-americana vazar na rede por ele próprio, grande parte dos patrocinadores estariam pressionando os chefões da Haas pela ruptura do contrato com Mazepin.

O piloto aqui em destaque é aguardado para ser um dos titulares da escuderia americana no grid da Fórmula 1 em 2021, porém, essa vaga por conta do episódio de assédio sexual do russo não está assegurada, podendo ser ocupada por Pietro Fittipaldi.

Nikita Mazepin e o caso de assédio

O russo é alvo de debate desde o dia 08 de dezembro, quando publicou um vídeo em seus stories no Instagram abusando de uma modelo. Nesta mesma, ele apalpa os seios de uma mulher que ficou exposto após a alça do vestido escorregar; detalhe, sem a permissão da moça.

Ela na ocasião tentou afastar a mão de Nikita mostrando o dedo médio. Com tamanha repercussão deste vídeo - de forma negativa, claro, a Haas que classificou a atitude de seu piloto como abominável, diz estar analisando o caso internamente e em breve deverá se pronunciar sobre o mesmo.

Patrocinadores

Ainda em decorrência do lado negativo da ação realizada por Kikita Mazepin, os patrocinadores da escuderia pedem a exclusão do mesmo e se a Haas o mantiver, eles é que sairão. Como já declaramos nesta matéria, Pietro Fittipaldi que substituiu Romain Grosjean nos dois último GPs da temporada 2020, é uma das opções para ocupar a vaga, no entanto, a Haas se demitir o russo provavelmente voltará ao mercado atrás de um piloto que possa trazer junto um bom suporte financeiro, assim como o russo, que segundo estima-se teria levado junto consigo algo em torno de US$ 40 milhões em patrocínios.