Com um cenário favorável em meio à crise financeira estabelecida pela pandemia do Coronavírus, dá para dizer que o Flamengo mostra certo otimismo em relação à Amazon, que é uma das poucas empresas que ainda não sofre com a turbulência econômica causada pela pandêmica, cujo cenário se estende a quase todos os poderosos do ramo de serviços de streaming e de comércio eletrônico, em tempos de quarentena.

Um exemplo é que a marca, através de seu CEO - Jeff Bezzos, doou US$ 100 milhões - cerca de R$ 535 milhões para o combate à fome nos EUA, só na última semana.

Também recentemente, Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, desconversou sobre o assunto em questão, dizendo que em breve, assim que tivesse algo mais sólido, avisaria a torcida.
"Não posso falar desse assunto aqui. Estamos em fase de negociação. Quando e se tiver algum contrato com patrocinador, vamos nos pronunciar. Enquanto isso, a imprensa trabalha eficientemente, mas isso de forma nenhuma é oficial", declarou o presidente do Flamengo, em entrevista à FLA TV, no YouTube.

Amazon se fechar com o Flamengo deverá ocupar o espaço principal na camisa do time.
Amazon se fechar com o Flamengo deverá ocupar o espaço principal na camisa do time.

De acordo com o site "Lance", esse procurou representantes da diretoria rubro-negra, que, pedindo anonimato, afirmaram que o Rubro-Negro está longe de ver a Amazon com o "pé atrás" nas conversas, "agora mais arrastadas, bem devagar", o que é compreensível pela não garantia dos próximos passos do mercado internacional.

Em comparação ao último ano, o Flamengo prevê para 2020 um acréscimo de R$ 12 milhões em patrocínios (sem contar publicidade) no futebol. Em 2019, o valor acumulado foi de R$ 67 milhões em patrocínios.

Já por conta do coronavírus, é bom lembrar que o Flamengo sofreu com uma perca na última semana, onde viu o patrocínio do Azeite Royal, que estava no calção, romper o contrato unilateralmente, restando ainda seis marcadas distribuídas pelos uniformes de jogo do Flamengo.