Ex-presidente do Flamengo é absolvido por acusações em eleição passada, entenda

O julgamento da última noite foi presidido por Delair Dumbrosck – vice-presidente do CoAd, visto que o presidente do mesmo – Bernardo Amaral está envolvido no processo e por esse motivo foi impedido de presidir a sessão. Vale ressaltar que os votos foram secretos.

Por Minha Torcida
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Em reunião do Conselho de Administração do Flamengo, nesta última segunda-feira, o mesmo decidiu absolver o ex-presidente Eduardo Bandeira de Mello após acusações de ter interferido no processo de escolha das cores das chapas na última eleição presidencial, ocorrida em dezembro do último ano.

Bandeira de Mello durante a reunião do Conselho, nesta última segunda-feira.Bandeira de Mello durante a reunião do Conselho, nesta última segunda-feira.

 Antes mesmo da votação, Bandeira de Mello pode fazer a sua defesa por 15 minutos, e parece que surtiu efeito. Além dele, Flávio Willeman, ex-vice jurídico do clube também fez a defesa do ex-presidente. Após as explanações, os 88 conselheiros votaram, dando 47 votos a favor e 41 votos contra o ex-presidente.

A atual gestão comandada por Rodolfo Landim chegou a se articular na tentativa de suspender Eduardo Bandeira de Mello, aonde quatro vices da atual gestão chegaram a pedir licença para participarem da votação: Luiz Eduardo Baptista, Gustavo Oliveira, Wallim Vasconcelos e Adalberto Ribeiro.

O presidente Rodolfo Landim também esteve presente na reunião, onde tentou articular contra o ex-mandatário.O presidente Rodolfo Landim também esteve presente na reunião, onde tentou articular contra o ex-mandatário.

 Por outro lado, velhos conhecidos na Gávea fizeram “campanha” em prol de Bandeira na votação do Conselho de Administração, bem como Kleber Leito e Marcio Braga. Com a votação sendo favorável ao ex-presidente do Flamengo, o mesmo não foi suspenso e excluído do quadro de sócios do clube da Gávea.

O julgamento da última noite foi presidido por Delair Dumbrosck – vice-presidente do CoAd, visto que o presidente do mesmo – Bernardo Amaral está envolvido no processo e por esse motivo foi impedido de presidir a sessão. Vale ressaltar que os votos foram secretos.

 

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