Com a permanência incerta do goleiro titular no Flamengo, Bruno Henrique é mais um a sair a favor de Diego Alves, onde nesta domingo passado o atacante não quis comentar sobre a negociação entre as partes, mas deixou claro a ideia dos jogadores do Rubro-Negro quanto a permanência ou não do goleiro junto ao elenco.

"Todos sabem da importância dele dentro do grupo. Ele é um líder dentro e fora de campo. A permanência é entre ele e a direção, mas nós queremos que ele fique. Precisam sentar e conversar para ver o que é melhor para os dois lados, mas é um ídolo, um cara muito experiente dentro de campo", disse Bruno Henrique em entrevista após a vitória incontestável do Flamengo sobre o Santos, na 25ª rodada do Brasileirão.

Além do comentário do atacante pós-jogo, os demais companheiros de Diego Alves também deram sinais claros de apoio ao goleiro. Na partida diante do "Peixe", o goleiro entrou com a braçadeira de capitão, que normalmente é de Everton Ribeiro, além disso, Gabigol que marcou dois gols na goleada por 4 a 1 neste domingo, fez questão de comemorar os mesmo com Diego Alves.

16 dias para resolver sua situação no Flamengo

Depois de ter tudo praticamente acertado, Diego Alves viu o Flamengo dar pra trás na primeira proposta a ele apresentado, e desde então vem tentando negociar com a direção do clube uma nova maneira de acertar, no entanto, já admitiu que não irá aceitar valores inferiores ao prometido ainda no mês de outubro, onde a direção flamenguista sugeriu uma nova proposta com redução de 60% em sua folha salarial.

Bruno Henrique eleito o melhor do jogo

Após uma grande vitória e ser eleito o melhor do jogo, Bruno Henrique disse que o grupo está mirando a liderança do campeonato nacional, onde projeta uma disputa dura com o São Paulo e Atlético-MG, que estão à frente do Rubro-Negro na tabela.

"Feliz pela partida e pela premiação. Todos hoje desempenharam um bom papel. Temos mais dias para trabalhar. Vamos crescer na competição. Temos que olhar para nós, porque o São Paulo e o Atlético irão tropeçar mais na frente e nós não podemos", finalizou.