Coronavírus pode mudar o calendário no futebol mundial, diz presidente da FIFA

Gianni Infatino em entrevista a um jornal italiano disse que a pandemia mundial na saúde poderá fazer "o futebol mundial dar um passo para trás".

Por Müller
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A pandemia que tomou conta do nosso planeta, com certeza trará algum resultado positivo, seja na área que for: na vida, no trabalho, na amizade, nos conhecimentos, na área profissional, familiar e também na área esportiva - aqui tratando exclusivamente do futebol.

De acordo com a última entrevista concedida do Gianni Infantino - presidente da FIFA ao jornal italiano "Gazzetta Dello Sport", o mandatário máximo do futebol mundial ventilou a possibilidade de rever alguns conceitos, ou seja, rever algumas possibilidades que antes desse problema mundial de saúde não estava em sua visão.

Gianni Infantino - presidente da FIFA.
Gianni Infantino - presidente da FIFA.

Mas sobre o que estamos falando? Estou aqui comentando sobre a possibilidade levantada de Infantino de um calendário mais enxuto dentro do futebol, com menos competições.

"Precisamos estudar o impacto global dessa crise. Agora é complicado, não sabemos quando voltaremos à normalidade. Mas vamos olhar as oportunidades. Talvez possamos reformar o futebol mundial dando um passo para trás. Com diferentes formatos. Menos torneios, porém com um futebol mais interessante", declarou ele ao diário italiano.

No mesmo dia em que completava 50 anos de idade, o presidente da FIFA disse que o momento era de darmos o máximo de importância a "saúde" com relação à disseminação do Coronavírus.

"Saúde em primeiro lugar, depois o resto. É esperar o melhor e se preparar para o pior. Sem pânico. As federações e ligas devem seguir as recomendações de seus governos", enfatizando que a entidade prepara uma força tarefa para ajudar clubes e federações no impacto econômico que o "COVID-19" traz com as suspensões e paralisações de torneios mundo a fora.

"Mostramos um espírito de cooperação e solidariedade com a Europa e a América do Sul. Agora temos que pensar no momento dos clubes e nas decisões sobre a regulamentação do status dos jogadores e transferências. Temos de pensar em proteger contratos. São necessárias medidas. Será difícil, mas não há outra saída. Todos teremos que fazer sacrifícios", finalizou.

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