Mais uma Cruzeiro? Ao que tudo indica sim! Após o clube mineiro ser impedido de registrar novos jogadores pela FIFA, agora um novo processo na esfera internacional parece estar surgindo.

De acordo com as últimas informações vindas da "Toca da Raposa", o Pyramids - do Egito está requerendo o pagamento de US$ 3 milhões - algo em torno de R$ 16 milhões, referente à aquisição do meia Rodriguinho em 2019 e que custou aos cofres do clube um total de US$ 7 milhões.

Com a negociação feita em parcelamento, o Cruzeiro em dívidas vencidas e não pagas deve ao clube em questão US$ 3 milhões, com uma parcela a vencer em janeiro de 2022 - também no mesmo valor.

Somado a esse novo imbróglio, o Cruzeiro já tem somado R$ 30 milhões em acordos a serem pagos com relação a outros processos junto a FIFA e que vem preocupando e muito a direção do clube. Há ainda a expectativa da chegada de ordens de pagamento de cobranças pelas contratações realizadas de Arrascaeta e Riasco e de uma discussão da dívida com o ex-treinador português Paulo Bento e toda sua comissão técnica.

Para complicar ainda mais a vida dos cruzeirenses, neste assunto envolvendo o Pyramids há uma operação ilegal, conforme diz a legislação da FIFA e da CBF, onde o clube mineiro concedeu direitos econômicos de atletas a terceiros; cedendo ao Pyramids o repasse de 20% dos direitos econômicos do zagueiro Murilo, do atacante Raniel e do atacante Vinícius Popó - ambos já negociados.

Lembramos que por conta de outros processos junto a FIFA, o Cruzeiro já veio além de perder o direito de poder inscrever novos jogadores em seu elenco, também já teve seis pontos descontados da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro 2020 - Série B, onde neste caso se não quitar a dívida que tem com o Al Wahda - dos Emirados Árabes na negociação envolvendo o volante Denílson, poderá sofre novas sanções da entidade máxima do futebol mundial.

A situação do Cruzeiro com relação a essas ações é bastante complicada, podendo inclusive sofrer punições ainda mais rigorosas, como, por exemplo, vir a ser rebaixado para a Série C - do Brasileirão, embora a direção negue essa possibilidade.