Atenção torcedores corintianos! O Timão está muito próximo de anunciar a venda do nome da Arena para a farmacêutica Hypera Pharma; sim, o famoso "naming rights" da Arena Corinthians está próximo de ser confirmado e anunciado, podendo inclusive ocorrer antes ou após o duelo do "timão", no Brasileirão 2020 deste final de semana.

A informação que aqui trazemos, foi primeiramente publicada por outros sites esportivos, bem como: Máquina do Esporte, UOL e Veja.

A Hyper Pharma é realmente a marca que deverá renomear o estádio do Corinthians para os próximos anos e segundo esses sites acima apontados, a negociação estaria em 99% concluída. Para isso, o clube paulista aqui em destaque deverá receber por volta de R$ 300 milhões a R$ 320 milhões pelos próximos 20 anos, o que deve dar em torno de R$ 15 a R$ 16 milhões por ano.

Vale lembrar que as mesmas pessoas que estão à frente desta negociação, são as mesmas que em 2010 também fecharam uma parceria com a Hypermarcas - sendo essa que contribuiu com o Corinthians para que esse pudesse trazer Ronaldo (fenômeno) ao clube no ano de 2013.

Esse valor que o Corinthians irá receber pela "venda" do nome de sua Arena, ainda não sabemos que destino terá, mas ao que tudo indica poderá servir para quitar empréstimos da construção da mesma, uma vez que o clube ainda deve boa parte desta obra em financiamentos com a Odebrecht e Caixa Econômica Federal - agente repassador do empréstimo público feito pelo BNDES.

Contrato de empréstimo

O contrato aqui por nós citado prevê que toda receita com naming rights deve, obrigatoriamente, ser repassado para a aceleração do pagamento deste financiamento público, conforme condições estabelecidas abaixo descritas:

  • Período de dois anos após a assinatura dos naming rights
  • Montante devido a Caixa maior do que R$ 200 milhões

Vale aqui ressaltar que a dívida da Arena Corinthians está dividida em três partes. Além da Caixa, correspondente a cerca de um terço, os outros dois se dividem entre debênture emitida pelo fundo imobiliário e aporte feito pela Odebrecht na época das obras.