Treinador do Coritnhians fala sobre o ocorrido com Aguirre.

"Não vou mudar minha essência. Amanhã vou ao vestiário do Sâo Paulo, sim", declarou Carille.

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Treinador do Corinthians fala pela primeira vez sobre o caso envolvendo Diego Aguirre – técnico do São Paulo. Fabio Carille revelou que estava chateado com a atitude do treinador são-paulino e que apenas respondeu a uma pergunta durante sua entrevista coletiva, minimizando a situação.

Fabio Carille - treinador do Corinthians.Fabio Carille - treinador do Corinthians.

“Conversei no dia de hoje com minha assessoria e também com a do Corinthians. Estou assustado – com a repercussão. Não tenho ainda noção das coisas que falo, o quanto isso pode crescer, o que pode parecer algumas de minhas declarações. Ainda tenho que aprender bastante”, declarou o técnico do Timão.

Carille aproveitou a oportunidade para reafirmar o que havia dito ainda na coletiva do pós-jogo do Morumbi, onde disse que irá ao vestiário do São Paulo para cumprimentar o técnico rival e dar a ele um presente.

“Não perco minha essência, desde que renovei meu contrato com o Corinthians deixei claro que esse ano eu ia – falando a respeito de ir aos vestiários adversários. Fui contra o Deportivo Lara – VEN, tive uma conversa muito legal com o treinador deles. Não vou mudar minha essência. Amanhã – no caso hoje, irei ao vestiário do São Paulo, sim”, ressaltou Carille.

Fabio Carille também ressaltou durante sua explanação que não teve intenção de causar tal polêmica antes do confronto desta quarta-feira, como estão alegando. Ele diz que apenas respondeu a uma pergunta de um jornalista e que foi sincero em sua resposta.

“Quero deixar bem claro que, por tudo que li e ouvi através da minha assessoria e a do clube, que parece que cheguei na coletiva após o fim da última partida contra o São Paulo e disse “Oh, pessoal. Antes de qualquer coisa quero falar o que aconteceu”. Respondi sobre a partida, falei sobre os desfalques, gols tomados e no meio da coletiva me veia a pergunta. Porque o Aguirre foi para colocar “panos quentes” e eu falei a verdade. Tanto que ele não reconhecia e ele falou depois. Longe de querer transformar o confronto em uma guerra, nunca pensei nisso. Fiquei chateado pela atitude. Nada contra ele, nada contra o São Paulo, mas fiquei chateado com aquela atitude. Está se falando também que ele tem o costume de cumprimentar no final do jogo. Se ele tivesse me falado isso, eu teria pedido desculpas. Mas na hora ele respondeu que não reconheceu e isso me deixou chateado, sim. Ponto final. Segue o baile, ele trabalha lá e eu aqui”, finalizou o treinador do Corinthians.

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