De acordo com o jornalista Cosme Rímoli, do portal "R7", o Corinthians nesta semana sofreu um forte golpe nos tribunais, onde a entidade máxima do futebol mundial - também conhecida por FIFA, condenou o "Timão" a pagar R$ 18 milhões ao Nagoya Grampus - do Japão pela aquisição do atacante Jô.

O time japonês alega que o atacante abandonou o clube, mesmo ele ainda tendo contrato; algo que aconteceu no mês de fevereiro, quando decidiu voltar para o Brasil atrás de tratamento para seu joelho esquerdo - neste período ficou no Flamengo realizando esse procedimento com fisioterapeutas e médico (os japoneses queriam que ele se trata-se no Japão) e quando voltou ao país asiático, o treinador Massimo Ficcadenti o deixou de fora do time. Neste mesmo período, houve boatos de que a fronteira do Japão seria fechada pela pandemia e para o jogador, acreditando não haver mais vínculo com o seu clube, retornou ao Brasil e assinou com o Corinthians.

Só que enquanto isso, os japoneses já estavam tomando medidas judiciais contra ele e contra o clube que o contratasse - aqui no caso o "Timão", que poderá ter que responder por esse processo.

Sem rescisão contratual

A assessoria do atacante informou que não houve rescisão contratual com o Nagoya Grampus, uma vez que ele não retornou ao Japão por conta da pandemia do novo Coronavírus - as fronteiras estavam fechadas. A FIFA no processo movido pelo time japonês reconheceu que não houve rescisão e por esse motivo agora está cobrando do Corinthians o valor acima citado.

Corinthians pode recorrer

Sim, o "Timão" poderá recorrer à decisão da FIFA junto ao Conselho Arbitral do Esporte - o CAS, na Suíça. Para os dirigentes do time brasileiro, esses garantem que Jô havia alertado que se houvesse qualquer problema judicial junto ao Nagoya, ele mesmo resolveria a pendência; pendência essa que a partir de agora passa a existir e é grave.