Com a Conmebol definindo a data do dia 15 de setembro para a retomada da Libertadores da América, clubes participantes da Argentina, Chile e Uruguai estão solicitando a prorrogação desse tempo, onde a entidade máxima do futebol sul-americano deu uma brecha no regulamento, dando prazo para até o dia 25 de agosto para que os dirigentes das federações desses países se pronunciem.

O grande impasse nesta situação está no protocolo sanitário, que pede 14 dias de isolamento por conta da pandemia aos times visitantes. Clubes esses que não puderem garantir as suas entradas ou saídas no seu país, deveriam solicitar a Conmebol até quinta-feira a alteração de estádio, cidade ou até mesmo de país para assim puderem disputar seus jogos como mandante na Libertadores.

Conmebol - entidade máxima do futebol na América do Sul - imagem: arquivo/site oficial da Conmebol
Conmebol - entidade máxima do futebol na América do Sul - imagem: arquivo/site oficial da Conmebol

Até esse momento, somente a Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Venezuela liberam seus clubes para voltarem a atuar pela competição sul-americana em questão. Argentina e Uruguai ainda não contam com essa permissão por parte de suas autoridades governamentais.

Dentre esses, o Chile que liberou a realização de partidas, ainda depende das autorizações das autoridades sanitárias locais e com isso os clubes do país não confirmaram a Conmebol os estádios que serão utilizados na volta da Libertadores. Já os governos da Argentina e Uruguai continuam discutindo com suas federações a permissão para a entrada de equipes visitantes sem a necessidade de cumprimento da quarentena de 14 dias.

Lembramos que o protocolo apresentado pelo Conmebol prevê a permanência das equipes nos países da América do Sul por até 72 horas para cada jogo a ser disputado. Para colaborar com os clubes em suas logísticas, a entidade máxima do futebol na América do Sul irá dar assistência financeira para vôos fretados a todos os clubes - com um valor de US$ 93,1 milhões - algo próximo a R$ 500 milhões.