Mudança no Ministério da Saúde poderá ser boa para o futebol brasileiro, pelo menos é o que pensam alguns dirigentes de clubes nacionais, que acompanharam de perto a demissão de Luiz Henrique Mandetta da pasta federal aqui citada.

O mesmo foi substituído por Nelson Teich, que a partir desta última quinta-feira passou a comandar o Ministério da Saúde em concordância com o presidente Jair Bolsonaro.

Com total interesse neste assunto, os dirigentes dos clubes brasileiros acreditam que com essa mudança no ministério, o retorno do futebol no país poderá ser antecipado, para o alívio dos cartolas, que estão muito preocupados com a situação financeira de seus clubes.

Nelson Teich - Minístro da Saúde.
Nelson Teich - Minístro da Saúde.

De acordo com informações do jornal "Estado" de São Paulo, dirigentes e pessoas ligadas a clubes das Séries A e B do Brasileirão defendem a ideia de que a partir da segunda quinzena de maio, o futebol no país já poderá retornar de forma gradual, tendo jogos inicialmente com portões fechados.

Recentemente, a Confederação Brasileira de Futebol - CBF havia dito, informalmente, que o ex-ministro havia aconselhado a não ter nenhuma atividade até o mês de junho, o que levou a confederação a sugerir os clubes a estenderem as férias dadas a seus jogadores.

Na visão dos cartolas brasileiros, o novo ministro Nelson Teich deverá chegar com ideias mais próximas ao Presidente da República, que é contrário ao isolamento total, como vinha sido sugerido por Mandetta e pela comunidade médica até então.

Vale ressaltar que os clubes estão em reuniões constantes com suas respectivas federações estaduais para assim decidirem o melhor caminho para a sequência dos torneios locais. Nesta última quarta-feira, a Federação Paulista de Futebol comunicou que assim que tiver garantias médicas de segurança, voltará com o Paulistão, no entanto, nenhuma data ainda foi marcada para isso vir a ocorrer.