Nasser Al-Khelaifi apresenta proposta de R$1,7 bilhão para comprar a Roma, diz jornal

Um dos donos do Paris Saint-Germain está interessado em adquirir mais um clube no "Velho Continente" - a Roma, da Itália está nos planos do catari, que ofereceu uma primeira proposta de 400 milhões de euros.

Por Minha Torcida
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Bomba! Segundo informações do jornal francês "L?Équipe", um dos donos do Paris Saint-Germain - Nasser Al-Khelaifi está a fim de comprar outro time de futebol na Europa - a Roma, da Itália. O diário informa que o "catari" já apresentou uma proposta ao clube italiano de 400 milhões de euros - algo em torno a R$ 1,7 bilhão.

O interessado em adquirir o clube italiano seria o dono do PSG - o catari Nasser Al-Khelaifi.O interessado em adquirir o clube italiano seria o dono do PSG - o catari Nasser Al-Khelaifi.

Outro jornal que dá a mesma informação é o "Corrier dello Sport" - da Itália, onde o mesmo traz em sua edição desta quinta-feira a informação de que o proprietário da Roma - James Pallota, teria recusado a primeira proposta apresentada pelo dono do PSG. Porém, as conversas devem prosseguir nos próximos dias a respeito do assunto.

Vale lembrar que a relação da Roma com o Qatar não é de agora, uma vez que o clube romano é patrocinado pela Airways - uma das maiores empresas aéreas do mundo e que pertence ao país árabe. A Airways gasta por ano cerca de 40 milhões de euros no clube italiano.

A Qatar Airways é a principal patrocinadora do clube italiano.A Qatar Airways é a principal patrocinadora do clube italiano - desembolsando por ano mais de 40 milhões por temporada como patrocinador máster.

O maior problema nessa negociação poderia ser com a UEFA - visto que o mesmo fundo seria dono de dois clubes que jogam pela confederação europeia de futebol (Paris Saint-Germain é um deles). No entanto, isso não deverá impedir a aquisição se as partes chegarem a um acordo, pois o dono do PSG poderá pegar de exemplo o Leipzig e o Salzburgo - que pertencem ao mesmo dono e se enfrentaram na Champions League de 2017/2018, onde a UEFA não apontou irregularidade alguma.

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