Segundo o jornal italiano "Corriere della Sera", a empresa Shenzhen Jie Ande - do mesmo proprietário do Milan, Yonghong Li, está falida; isso mesmo, o Tribunal de Shenzhen decretou falência a empresa nesta quarta-feira.

De acordo com o periódico, a empresa chinesa quebrou após o Banco de Cantão processar o empresário por não ter devolvido um valor de empréstimo.

Além do banco de Cantão, o banco de Jiangsu que emprestou ao empresário 60 milhões de euros em fevereiro do ano passado, também ainda não recebeu nenhum centavo de volta. Por sorte do clube italiano, as acusações foram feitas antes de Yonghong Li concretizar a aquisição de 99,93% das ações do Milan, que pertencia a Silvio Berlusconi - ex-primeiro ministro da Itália.

Mesmo com a falência da Jie Ande, o Milan não será diretamente prejudicado, mas terá que apresentar garantias financeiras a UEFA para fechar seu balanço. Por esse motivo, o Milan poderá solicitar 400 milhões de euros emprestados ao fundo Elliott, que já outorgou 300 milhões ao clube rossonero em 2017, para que assim a UEFA lhe autorize a participar de competições continentais.