Polêmica: Sanchez corre perigo de ficar de fora da eleição presidencial do Corinthians

"É incompreensível esses tipos de pessoas, que ao invés de irem atrás do voto, ficam procurando a justiça", diz André Sanches.

Por
Compartilhe

A candidatura a presidência do Corinthians para o triênio 2018/19/20 de Andrés Sanchez está a perigo – dado como favorito na eleição de fevereiro, Sanchez está na mira dos demais candidatos ao pleito, que se uniram para entrar com um processo contra o candidato que é deputado federal.

De acordo com a regra do “jogo” – falo da regra que rege as candidaturas a presidência do “Timão”; proíbem um deputado federal, após a pose, de “ser proprietário, controlador ou diretor de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público”. Assim Andrés Sanchez se enquadraria nessa regra.

O Corinthians atualmente é um dos clubes que no último ano foi agraciado com seis projetos aprovados para captação na “Lei de Incentivo ao Esporte” e ainda é um clube que está dentro da “Arena Fundo de Investimento”, que conta com empréstimos públicos e incentivos fiscais.

Andrés Sanchez representa a chapa situacionista Renovação & Transparência .Andrés Sanchez representa a chapa situacionista Renovação & Transparência .

Questionado sobre o caso, Sanchez apenas disse que lamenta esse tipo de pessoa e aproveitou para criticar aquelas que se movimentam pelo processo judicial.

“É incompreensível esses tipos de pessoas, que em vez de irem atrás de votos, ficam procurando a “justiça” todo o tempo para tirar alguém do pleito. Quem sabe seja essa a única maneira delas conseguirem vencer a eleição. Até mesmo pela falta de história que possuem no clube”, declarou Andrés Sanchez, que comunicou por diversas vezes que se eleito for presidente do Corinthians, irá pedir licença da Câmara.

A eleição que está marcada para o próximo dia 03 de fevereiro, tem como candidatos a presidência do clube os seguintes candidatos: Andrés Sanchez, Felipe Ezabella, Antonio Roque Citadini, Romeu Tuma Júnior e Paulo Garcia.

 

Comentários