Em entrevista a FOX Sports, Lica fala do porquê não ter aceitado treinar a Chapecoense

"Neste momento delicado da equipe, agora a partir do segundo turno com jogos domingos e quartas, não dá. Quero quando tiver a chance de comandar a Chapecoense, de iniciar um trabalho no clube; ficar um ano lá e poder levar minha família", revelou.

Por Minha Torcida
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Longe dos gramados ou da casamata desde que foi demitido do Ceará, em abril deste ano, Lisca diz o porquê de ter recusado a Chapecoense.

Como todos sabem, Lisca teve até bem pouco tempo seu nome ventilado para comandar a Chapecoense no restante da temporada, porém, não aceitou o convite feito pela direção catarinense.

Convidado do programa "Debate Final" da FOX Sports, desta última sexta-feira, o treinador comentou sobre o assunto e explicou porque recusou a Chapecoense.

De acordo com o treinador em questão, mesmo tendo um carinho muito especial pelo clube catarinense, o momento difícil que vive a "Chape", que briga contra o rebaixamento, o fez recusar o convite, mesmo ele deixando as portas abertas para um dia treinar o clube.

Lisca.

Nesta mesma entrevista Lisca revelou ter inúmeras vezes ter se oferecido, inclusive neste ano, mas neste momento diz ele não ser possível.

"Não, queremos trabalhar. Férias é bom, mas na hora das férias. Não era nem para ter vazado isso. É complicado quando você não vai falar, mas da Chapecoense posso falar, é especial, não só para mim, mas para o Brasil e assumir o clube não é somente assumir o clube em questão, mas sim assumir a cidade. Eu sempre quis trabalhar por lá, me ofereci algumas vezes, inclusive esse ano, quanto o Claudinei Oliveira saiu; eu já estava disponível e achei que pudesse ir. Seria interessante a parceria, mas a Chape achou melhor que não e aí contratou o Ney Franco, que é um excelente treinador. E na saída desse, também deixei bem claro, deixei bem claro que poderia ir. Mas neste momento delicado da equipe, agora a partir do segundo turno com jogos domingos e quartas, não dá. Quero quando tiver a chance de comandar a Chapecoense, de iniciar um trabalho no clube; ficar um ano lá e poder levar minha família. Falei isso pro presidente. No caso foi isso, eu não quero nessa situação de risco, sem poder intervir muito, participar desse momento", declarou.

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