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Manchester City pode ser banido da próxima edição da Liga dos Campeões; entenda

Segundo declaração oficial da UEFA, a investigação sobre possíveis irregularidades no clube avançaram, e o Manchester City pode ser banido da próxima edição da Liga dos Campeões.

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A UEFA anunciou, nesta quinta-feira, através do seu site oficial, que o investigador-chefe do Comitê de Controle Financeiro de Clubes (CFCB) decidiu passar a investigação sobre a possível quebra de fair play financeiro do Manchester City para a câmara adjudicatória da entidade. Dessa forma, os Citizens terão que responder pelo caso e esse novo setor será o responsável pela avaliação da punição.

Confira a nota oficial da entidade:

“O investigador principal do organismo de controlo financeiro do clube (CFCB), depois de ter consultado os outros membros da câmara de investigação independente do CFCB, decidiu remeter o Manchester City FC para a câmara adjudicatória do CFCB após a conclusão da sua investigação. A Uefa não fará mais comentários sobre o assunto até que uma decisão seja anunciada pela câmara adjudicatória do CFCB”.

A investigação contra o clube inglês foi aberta no dia 7 de março, por conta de possíveis violações do regulamento doFinancial Fair Play (FFP), divulgados em vários meios de comunicação. A principal violação cometida seria a apresentação de falsas informações sobre contratos de patrocínios. Em resposta, o clube disse que está desapontado, mas “lamentavelmente não surpreso” com a decisão.

Em nota, o Manchester City se manifestou sobre o caso, através das redes sociais do clube:

“O Manchester City está totalmente confiante em um resultado positivo quando o assunto é considerado por um órgão judicial independente. A acusação de irregularidades financeiras continua a ser totalmente falsa e a consulta IC do CFCB ignora um conjunto abrangente de provas irrefutáveis fornecidas pelo Manchester City FC à Câmara”, diz a nota publicada pela manhã no site e nas redes sociais do clube inglês. Além disso, a nota diz que a decisão “contém erros, interpretações erradas e confusões originadas de uma falta básica do devido processo”.

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