A Federação Paulista de Futebol parece não ter gostado nadinha do Ministério Público ter negado a volta do Paulistão 2021 logo após o decreto de João Doria, que impede qualquer tipo de atividade esportiva no estado entre os dias 15 a 30 de março.

FPF reagiu à paralisação do estadual

A entidade que rege o futebol em São Paulo reagiu à decisão do Ministério Público, nesta terça-feira, sem poupar nas palavras a Federação aqui em destaque emitiu uma nota explicitando os argumentos que usou para derrubar o decreto estadual, questionando os critérios do governo estadual e afirmando que os argumentos para manter a paralisação "fogem de qualquer conceito médico ou científico".

Veja trecho desta nota publicada pela FPF:

"A Federação Paulista de Futebol comunica que se reuniu nesta segunda-feira pela manhã com o governo estadual e, à noite, com o Ministério Público Estadual para tratar da paralisação do esporte na Fase Emergencial. Nesses encontros, a FPF apresentou um estudo e uma proposta baseada em critérios médicos e científicos, que embasavam o pedido de liberação parcial do futebol neste período, com menos jogos, menos pessoas envolvidas, testes antes e depois de cada partida e uma "bolha" de segurança para atletas e comissão técnica. No entanto, o pleito foi rejeitado sob argumentação que fogem de qualquer conceito médico e científico já visto mundialmente no combate a COVID-19. Nesta tarde de terça-feira, a FPF e os clubes das principais Séries se reunirão novamente para discutir as medidas que serão tomadas, garantindo a conclusão das competições em suas datas programadas".