De acordo com um relatório apresentado pelo FIFA nesta última segunda-feira-30, o Brasil segue como o país que mais fornece jogadores de futebol para o planeta. Segundo o documento emitido pela entidade máxima do futebol mundial, foram 15.128 jogadores brasileiros registrado entre 2011 a 2020, o que movimentou cerca de US$ 7 bilhões - algo em torno de R$ 36,4 bilhões na cotação atual.

O Brasil fica muito a frente da Argentina, Reino Unido e França, que vem na sequência, com 7.444, 5.523 e 5.207 jogadores negociados, respectivamente.

Além desses números, o relatório emitido pela FIFA também nos mostra o valor total de todas as negociações do mercado da bola na última década; o mesmo é de US$ 48,5 bilhões - R$ 250 bilhões entre 133.225 negociações de jogadores de todas as partes do mundo durante o período já aqui citado.

O maior número de transferências ocorreu no ano de 2019, com 18.079 jogadores trocando de clubes ao redor do planeta.

Dentre os clubes que mais gastaram em transferências, são todos do Velho Continente, entre eles a Inglaterra, Espanha, Itália, Alemanha, França, Portugal e Rússia. O gasto de transferências destas equipes desses países representou 47% do total neste período.

Manchester City na liderança deste ranking

Entre os clubes que mais investiram em reforços, fora os Citizens, que financiados pelo dinheiro árabe, só nesta janela de transferências gastaram 117 milhões de euros - algo em torno de R$ 716,5 milhões. O City vem seguido por Chelsea, Barcelona e Paris Saint-Germain.

Premier League a que mais gastou

Dentre as ligas mais poderosas do mundo, a Liga Inglesa ou a Premier League fora a que mais gastou em reforços de suas equipes, com total de US$ 12,4 bilhões - cerca de R$ 64,3 bilhões em compras nestes 10 anos. A mesma vem seguida por LaLiga e Série A Italiana, no Velho Continente.

Fora desse, a China que tenta criar uma liga poderosa ocupa apenas a 7ª colocação neste ranking, com US$ 1,7 bilhão gastos em transferências de jogadores. Fora do Velho Continente, as equipes que mais gastaram em reforços, fora o Guangzhou Evergrande - da China, o Pyramids FC - do Egíto, Tigres - do México e o Flamengo - do Brasil.