Após UEFA divulgar nota de que estava estudando uma forma de punir os clubes dissidentes e criadores da Superliga Europeia, Barcelona, Juventus e Real Madrid lançaram uma nota de repudio a entidade máxima do futebol no Velho Continente.

De acordo com essa nota, a UEFA estaria constituindo "uma flagrante violação da decisão dos tribunais de justiça, que ordenou claramente a UEFA que se abstivesse de qualquer tipo de ação que pudesse penalizar os membros fundadores da Superliga enquanto decorrem os processos judiciais", que segue:

"A abertura de processos disciplinares pela UEFA é incompreensível e representa um ataque direto às regras da lei que os cidadãos da União Europeia estabeleceram democraticamente e constitui uma falta de respeito para com as mesmas autoridades dos tribunais de justiça".

Ainda nesta mesma nota, os clubes deixam claro que não pensam em abandonar a ideia da criação da Superliga, mesmo com toda a polêmica envolta do assunto.

"Barcelona, Juventus e Real Madrid, clubes com mais de um século de história, não aceitarão qualquer tipo de coerção ou pressão intolerável, e permanecerão firmes na vontade de discutir, com respeito e diálogo, as soluções urgentes que o futebol precisa para agora. Ou reformamos ou o futebol, ou teremos de assistir sua inevitável queda", completa eles.

Lembre o caso:

A Superliga Europeia que por hora fora suspensa deveria contar com 12 clubes participantes em todas as suas edições, abrindo mais algumas vagas para as equipes que conseguissem se classificar para o torneio, ao todo, seriam 20 integrantes, no entanto, após forte repercussão contrária, a maioria desses abandonou o projeto, restando apenas às três equipes aqui já citadas.

Faziam parte desta: Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, Liverpool, Manchester City e United, Tottenham, Milan, Internazionale e mais os três aqui já citados.