Novos capítulos da "novela" Thiago Neves e Atlético-MG. Após a polêmica sobre a quase contratação do meia aqui citado, que motivou grande revolta dos torcedores atleticanos e está gerando uma possível briga na justiça por parte do jogador que cobra uma multa de R$ 20 milhões pelo não cumprimento do contrato "firmado". O presidente do "Galo", Sergio Sette Câmara veio a público e falou sobre essa negociação; confira.

Em entrevista a rádio "Itatiaia" - de Minas Gerais, o mandatário atleticano comentou sobre a polêmica envolvendo o ex-cruzeirense, que motivou grande revolta por parte da torcida do Atlético-MG.

"Foi um equívoco que eu consegui desarmar antes que acontecesse o pior. Eu fico chateado porque não havia nada assinado. Toda vez que se faz uma sondagem de um atleta, é uma coisa que vai evoluindo. Mas isso está muito longe de significar que houve contrato entre o jogador e o clube. Houve sim apenas tratativas que não se concluíram", afirmou o presidente do Atlético-MG em entrevista.

Por conta do que declarou, Sette Câmara diz não se preocupar com a notificação judicial movida pelo meia, onde esse solicita R$ 20 milhões como pagamento de uma multa por contrato não firmado.

"Thiago não entrou com nenhuma ação. Ele entrou com uma notificação. Já separa a resposta. Entendemos que não houve contrato. Foi uma coisa realmente estrondosa a rejeição. Na minha opinião, ele não tem ambiente na cidade; poderia acontecer algo com ele e a sua família. Ele devia, a ele mesmo, depois de tudo, dizer que não queria continuar conversando sobre a oportunidade de vir para cá. Estamos muito tranquilos. Se ele vier a entrar com a ação, estaremos preparados para fazer a nossa defesa e buscar a defesa por danos. Se pedir R$ 20 milhões, o Thiago Neves vai passar a dever a quantia de R$ 2 milhões para o Atlético-MG", finalizou Sérgio Sette Câmara.

Ainda com o pedido de Thiago Neves, Alexandre Mattos cumpriu uma parte da "ação" movida pelo atleta, onde esse se desculpou publicamente por ter procurado o meia-atacante, dizendo que ele foi um pedido de Jorge Sampaoli que se encaixava nas condições financeiras do clube.