Sim, o "Galo Mineiro" volta a se preocupar com a entidade máxima do futebol mundial, onde segundo as últimas informações, essa acatou uma ação de cobrança por parte do Independiente Santa Fé - da Colômbia, no valor de 645 mil euros - algo próximo a R$ 4,15 milhões, pelo não pagamento de parcelas referentes a compra dos direito econômicos do meio-campista Dylan Borrero.

A decisão favorável a favor do time colombiano foi proferida pela FIFA no dia 06 de outubro, com isso, o Atlético-MG terá 45 dias para quitá-la após a sua notificação.

Sanções possíveis em caso de não pagamento

Se o "Galo Mineiro" não efetuar esse pagamento dentro do prazo de 45 dias, poderá sofrer punições por parte da FIFA, bem como a já conhecida "transfer ban", que nada mais é que o impedimento de registrar novos atletas por até três janelas de transferências; lembrando que essa será imediatamente anulada em caso de pagamento, conforme decisão publicada pela entidade.

"O requerido será proibido de registrar novos jogadores, seja nacionalmente ou internacionalmente, até o pagamento do valor devido e por um período máximo de três períodos de registro inteiros e consecutivos. A proibição mencionada acima será suspensa imediatamente após o pagamento da referida dívida".

Recurso no TAS

Sim, o time brasileiro terá o direito de recorrer da decisão da FIFA junto ao Tribunal Arbitral do Esporte, e com isso, paralisar a contagem dos 45 dias para o pagamento, até que tudo seja devidamente analisado e julgado. A FIFA em seu Comitê avaliou a cobrança do time colombiano sem ao menos contestar o valor da dívida, o que causou certa revolta por parte da direção atleticana.

Dívida com o Independiente Santa Fe

O "Galo Mineiro" ainda segundo documentos apresentados a FIFA ainda teria seis parcelas em abertas por conta da aquisição do jogador acima citado, ambas no valor de 100 mil euros, que já deveriam ter sido quitadas até junho deste ano. Com o não pagamento em dia, e com a apresentação da cobrança por parte da FIFA, o Atlético-MG agora terá que pagar além dos 600 mil euros, mais 45 mil euros referente a multa pelo atraso.